Músicas e atividades recreativas para pré-escola

MÚSICAS PARA PRÉ-ESCOLA




1. FORMIGUINHA
Fui ao mercado comprar café
Veio a formiguinha e subiu no meu pé
EU sacudí, sacudí, sacudí
Mas a formiguinha não parava de subir
(trocar as palavras sublinhadas por objetos e partes do corpo que rimem. Ex: panela/canela; espelho/joelho. A cada parte do corpo devemos mexer ao cantarmos "sacudi").
2. BARCO LIGEIRO (PRÁ FRENTE, PRÁ TRÁS)
Prá frente, prá traz (4 vezes)
Meu barco é bem ligeiro e vai
Correndo pelo mar
Trazendo mil peixinhos que eu
Pesquei pro meu jantar
Prá frente, prá traz (4 vezes)
3. AH!HUM! FAZ UM LINDO SAPINHO
Ah!Hum! Faz um lindo sapinho (3 vezes )
Mexe seus olhinhos e faz AH!HUM! HUM! (esse último arregalando os olhos e mostrando a língua)
4. PIRULITO
_ Mamãe, acho que vou dar um grito!
_ Não grita não, que eu te dou um pirulito.
_ Mamãe o que é um pirulito?
_ É uma bala enfiada num palito.
_ Mamãe o que é um palito?
_ É um "pauzinho" que segura o pirulito.
_ Mamãe o que é um pirulito?
_ Ai!Ai!Ai! Acho melhor cê dá um grito!!!
5. TCHIBUM! TCHIBUM!
Tchibum! Tchibum! Chalalalalalalala (2 vezes )
Eufridia, Eufridia é uma "braboleta" azul (2 vezes)
Ela é azul e voa assim
Mexe as anteninhas piscando para mim!
Mas eu amo! (se amo!)
E gosto dela assim:
De asas abertas, de asas fechadas sorrindo para mim!
( trocar o nome da "braboleta" e fazer uma rima com ele. Ex. Eufrélha/ braboleta velha; Eufresca/braboleta fresca)
6. SOM DO MOSQUITINHO
Para ouvir o som do mosquitinho
E as batidas do coraçãozinho
Pego fecho a chave e fecho minha boquinha
HUMHUMHUM HUM HUM HUM HUM .....
7. MARRECO
Eu tenho um marreco lá em casa
Que me ensinou a dançar
Um passinho prá lá um passinho prá cá
Um bamboleio e um Tchá Tchá Tchá QÜEIM QÜEIM! REFRÃO
Tchá Tchá Tchá QÜEIM QÜEIM!
O meu marreco eu não vendo
Não empresto e não dou
Repetir refrão
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Músicas de Memorização
1. MEU BURRO
Meu burro, meu burro ficou com dor de cabeça
Mamãe mandou comprar... Chapéu para a cabeça
Chapéu para cabeça e tem sapato azul
(bate duas palmas )
Meu burro, meu burro ficou com dor nos olhos
Mamãe mandou comprar... Colírio para os olhos
Colírio para os olhos e tem sapato azul (bate duas palmas e vai acrescentando outras partes do corpo e os remédios correspondentes)
2. POLENTA
Quando se planta la bela polenta
La bela polenta se planta cosi
Se planta cosi ô ô ô
La bela polenta cosi tchá tchá pum, tchá tchá pum
Tchá tchá pum pum pum pum!
(acrescentar o que vai acontecendo com a polenta. EX. brota, flore, cresce, etc).
3. LOJA DO MESTRE ANDRÉ
Foi na loja do Mestre André que eu comprei um violão
Blão! Blão! Blão! Um violão
Aiolè! Aiolè! Foi na loja do mestre André REFRÃO
Foi na loja do Mestre André que eu comprei um pianinho
Plin! Plin! Plin! Um pianinho
Blão! Blão! Blão! Um violão
Repetir REFRÃO
( ir acrescentando instrumentos e seus sons. Ex.: Corneta/Fon! Fon! Fon!; Pandeirinho/Pan! Pan! Pan! )
4. A MOSCA NA VELHA
Estava a velha em seu lugar duas vezes
Veio a mosca lhe atentar
A mosca na velha e a velha a fiar
Estava a mosca em seu lugar duas vezes
Veio a aranha lhe atentar
A aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar
(ir acrescentando animais na música)
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Músicas para Coordenação Motora
(todas as músicas envolvem gestos)
1.TÓKI PATOKI
Toki Patoki
Patoki Taki
Tikete Tikete Tumba! Tumba! Tumba! Tumba!
2. CABEÇA BOCA MELO 1 2 3
Cabeça boca melo 1 2 3 ( duas vezes )
Mano colo melo 1 2 3 ( duas vezes )
(Junta tudo) Cabeça boca mano colo melo 1 2 3
Pé rodília melo 1 2 3 ( duas vezes )
(Junta tudo) Cabeça boca mano colo pé rodília melo 1 2 3
(acrescentar meio passo, passo inteiro, etc).
3. TIO DE PARIS
Quando meu tio
Chegou de Paris
Trouxe prá mim......
(colocar objetos realizando movimentos. EX. lindo leque; uma tesoura; etc).
4. CRUZANDO O PÉ NA FRENTE
Cruzando, o pé na frente ( três vezes, na última vez cantar: )
e não cruzando mais.
Pulando prá direita ( três vezes, na última vez cantar: )
E não pulando mais
Prá cima e prá baixo ( três vezes, na última cantar: )
E não descendo mais
Prá frente e prá traz ( três vezes, e na última cantar: )
Parando no lugar
5. CHAPÉU TEM TRÊS PONTAS
O meu chapéu tem três pontas
Tem três pontas o meu chapéu
Se não tivesse três pontas
Não seria o meu chapéu
6. JIBÓIA
Tava de bota passeando numa bóia
Tava jóia, tava jóia
Aí apareceu uma jibóia
Não ficou jóia, não ficou jóia
Aí eu bolei uma tramóia
Peguei um pau e dei nos zóio da jibóia
Agora que a jibóia já não zóia
Ficou jóia, ficou jóia
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Músicas para grandes grupos
1. ROCK POP
Eu danço Rock Pop REFRÂO ( três vezes )
Rock Pop que legal!
Eu ponho a mão direita dentro,
Eu ponho a mão direita fora,
Eu ponho a mão direita dentro,
E balanço assim agora!
Refrão
(acrescentar partes do corpo).
2. RAICH
Raich! Raich!
OHHH! OHHH!
Tchem! Tchem! Cole!
Tchem! Coliza!
Alisa alisa mantchem!
Ô mantchem tchem!
3. DANÇA TROPICAL ( TCHUTCHUAU )
Tchutchuau Tchutchuau
É uma dança tropical
Tchutchuau Tchutchuau
Ela é muito legal.
4. SAPO NA LAGOA
OH! Que coisa boa
A gente ver o sapo
na beira da lagoa
Batendo com o papo!
Foi Foi Não Foi
Foi Não Foi
Foi Foi Não Foi!
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Músicas com Brincadeiras

1. PINTINHO NO TELHADO
O Pintinho em cima do telhado
Escorregou e caiu no chão
Quebrou a asa quebrou o bico
Foi pro hospital tomar injeção
Cuidado muito cuidado, seu Pintinho com o gavião (duas vezes).
(Uma criança é escolhida para ser o gavião e os demais serão os pintinhos. No momento da música que diz... "cuidado muito cuidado..." o gavião deve pegar os pintinhos que para não serem pegos deverão fazer algum comando. Ex. deitar no chão e dar um rolamento lateral, agachar com a mão na cabeça, etc. O Pintinho que for pego pelo gavião tornar-se-á gavião também.).
2. FESTA NA FLORESTA
Hoje finalmente vai haver a festa na floresta - REFRÃO - ( duas vezes )
Bom dia senhor! Sou caçador!
Continência! Continência! Continência!
REFRÃO
Olha quem chegou! O seu Leão!
Leão Bravão! Leão Bravão! Leão Bravão!
REFRÃO
Ai que susto! Foi um tiro!
Espingarda! Espingarda!
Espingarda! Espingarda! Espingarda!
(Inicia-se aí o JO-QUEI-PO GIGANTE composto por três elementos. São eles: caçador, leão e espingarda, cada um com seu movimento. As equipes devem escolher um desses elementos e quando o monitor disser JO-QUEI-PO deverá fazer o que escolheu. O caçador ganha da espingarda, que ganha do leão que ganha do caçador).

3. EU SOU O CAÇADOR
Eu sou o caçador
E a onça vou caçar
Eu vou comer
Eu vou devorar
Epa!
A porta!
CANTA A MÚSICA NOVAMENTE
A árvore!
CANTA A MÚSICA NOVAMENTE
O lago!
(Acrescentar lugares até chamar):
A onça! (neste momento o monitor lembra que esqueceram a espingarda e têm que fugir e voltar para casa passando por todos os lugares que atravessaram. Quando chegam os caçadores dormem e na jaula há uma onça presa. Toda vez que o monitor gritar "Eu vou soltar a onça" os caçadores deverão fugir. Aquele que for pego pela onça se transformar-se-á em outra e ajudará a caçar os caçadores. Cada onça só poderá pegar um caçador).
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Músicas Integrativas
1. ELEFANTE NA TEIA
Um elefante dependurado numa teia de aranha
Mas quando viu que a teia resistiu
Foi chamar outro elefante
Dois....
Três...
Segue cantando acrescentando mais elefantes na teia.
2. PIPOCA NA PANELA
Uma pipoca puxa assunto na panela
Outra pipoca vem correndo conversar
Aí começa um tremendo falatório
E ninguém mais consegue escutar
É um tal de Ploc!
Ploploc! Ploc! Ploc! (Três vezes) duas vezes
3. SHAKE YOUR BUTTY
Hey! Choquito??!! Yes!
Hey! Choquito??!! Ye, Ye!
Shake your butty! No way!
Shake your butty! OK!
Jump shake your butty!
Jump! Jump! Shake your butty! Duas vezes
4. CHACRA UGRA
Chacra ugra ugra grá
Ugra grá ugra grá
Chacra ugra ugra grá
Ugra grá ugra grá
I want you for me
I want you for me
I want you for me i want you for me
Tum tum tum
Tum tum tum tum tum tum tum






LEITURA DE HISTÓRIAS

Idade
A partir de 4 anos.

Tempo
Cerca de uma hora.

Espaço
Biblioteca ou canto de leitura.

Material
Tapete e/ou almofadas e/ou tecido, livros com histórias que tenham relação com os sentimentos das crianças durante o período de adaptação.

Objetivos
Falar dos próprios sentimentos.

Preparação
Se a sua escola não tem uma biblioteca ou um canto de leitura, monte você mesmo o espaço em sua sala de aula. Providencie um tapete e almofadas para espalhar pelo chão e um pequeno acervo de livros.

Descrição
Reúna as crianças e leia histórias previamente escolhidas, de acordo com seu objetivo. Para falar de abandono, por exemplo, você pode contar João e Maria. Depois, se perceber que as crianças estão dispostas a falar, incentive-as a exprimir seus sentimentos.

FAZ-DE-CONTA

Idade
A partir de 4 anos.

Tempo
De uma a duas horas.

Espaço
Brinquedoteca ou sala de aula.

Material
Kits com objetos que alimentem o jogo simbólico. Exemplos de kits: carrinho de supermercado infantil com embalagens de alimentos ou produtos de higiene pessoal e limpeza, todos limpos; fantasias; maleta com ferramentas que imitem as utilizadas em oficinas mecânicas; caixa com utensílios de cozinha; bolsa com escovas e pentes de cabelo, potes de creme e xampu.

Objetivos
Brincar com os colegas e expressar os sentimentos quanto ao processo de adaptação por meio de diferentes papéis.

Descrição
Coloque os kits espalhados em diferentes pontos da sala. Deixe as crianças explorarem os kits, escolhendo lNegritoivremente os papéis que pretendem desempenhar e os colegas com quem desejam brincar. Acompanhe atentamente o enredo das histórias criadas durante a brincadeira. Você pode perceber se elas expressam sentimentos relacionados ao período de adaptação e ajudá-las posteriormente, ao planejar outras atividades.

CANTINHOS DE BRINCADEIRA

Idade
A partir de 4 anos.

Tempo
De 1 a 2 horas.

Espaço
Sala de aula.

Material
Indicado depois de conversa com os pais.

Objetivo
Adquirir segurança por meio da vivência do que já é conhecido.

Descrição
Pergunte aos pais das crianças quais são as brincadeiras de que elas mais gostam. Depois desse levantamento, agrupe as atividades que mais se assemelham às mencionadas em cantos distintos espalhados pela sala. Exemplo: num espaço, você pode colocar mesinhas com papéis e lápis para desenhar, deixando que se reúnam lá as crianças que gostam desse tipo de atividade. Em outro canto, agrupe carrinhos de brinquedo; no meio da sala, ponha bonecas. As crianças procurarão as atividades a que estão acostumadas em casa, sentindo-se seguras. Pode-se também, simultaneamente, apresentar uma nova atividade num outro lugar da sala.


ARTES VISUAIS

DESENHO EM ESCALA

Idade
A partir de 4 anos.

Tempo
De 15 a 30 minutos.

Espaço
Sala de aula.

Material
Papéis, lápis preto, borracha, lápis de cor.

Objetivos
Refletir sobre a própria produção artística, organizando pontos, linhas e traçados no papel; e desenvolver visão espacial e noções de proporção.

Descrição
Peça às crianças que cada uma faça um desenho. O tema é livre. Com as produções prontas, proponha que copiem seus próprios desenhos em escala maior ou menor. Para isso, ensine a elas como ampliar ou reduzir utilizando um papel quadriculado.

ARTE DA OBSERVAÇÃO

Idade
A partir de 4 anos.

Tempo
De 15 a 30 minutos.

Espaço
Sala de aula.

Material
Diferentes tipos de papéis, canetas ou tintas, reproduções de obras de artistas.

Objetivos
Desenvolver a percepção e a capacidade de representação de figuras, estimular a imaginação, a memória e a criatividade.

Descrição
Convide as crianças a criar uma obra de arte com base em um modelo. Pode ser a cena de um filme, uma paisagem, um objeto presente em sala de aula ou, mesmo, detalhes do próprio corpo, como o formato dos pés e das mãos, por exemplo. Destaque o fato de que a representação artística é diferente de uma foto; mostre exemplos de temas retratados de formas e em estilos bastante diferentes por vários artistas. Depois, exponha os trabalhos da turma num varal ou numa parede da sala de aula e converse com o grupo sobre o resultado final, destacando (e valorizando) as diferenças nas várias formas de ver e representar a realidade.

PÁTIO ARRUMADINHO

Idade
5 anos.

Tempo
30 minutos, duas vezes por semana, durante o ano todo.

Espaço
Sala de aula e pátio.

Material
Sacos de lixo, cestas e caixas.

Objetivos
Compartilhar a responsabilidade pelos espaços comuns, mover-se com autonomia e preservar o espaço escolar.

Descrição
Convide as crianças a voltar para o pátio depois do recreio. Peça a elas para observarem como ficou o espaço, se há objetos fora do lugar e quais são, se há lixo jogado no chão etc. Volte para a sala e converse com a turma sobre o que foi visto. Discuta com o grupo a possibilidade de criar uma rotina para que o pátio esteja organizado e limpo no final de cada recreio. Proponha às crianças que formem pequenos grupos responsáveis pela manutenção do espaço depois de todos irem embora. Em seguida, a turma recolhe os objetos encontrados e os guarda em uma caixa de achados e perdidos que fica exposta na escola ou passa pelas salas contando o que encontraram e perguntando quem são os donos dos brinquedos perdidos. Nesse momento, eles contam aos colegas das outras salas sobre a preocupação com o espaço externo e aproveitam para compartilhar idéias para mantê-lo organizado e limpo. É importante que este seja um trabalho que se estenda pelo ano todo, pois os valores precisam de tempo para serem interiorizados.

UMA TRILHA DIFERENTE

Idade
5 anos.

Tempo
30 minutos (somente para o jogo).

Espaço
Sala de aula ou pátio.

Material
Cartolina ou papel-cartão colorido e canetas hidrográficas de diversas cores (para a confecção do tabuleiro), dado, materiais diversos para a confecção dos pinos personalizados (massinha, EVA, espuma, cartolina, cortiça etc.), tesoura, cola e fita crepe.

Objetivo
Aprender a elaborar e respeitar regras que façam sentido para todos os integrantes do grupo.

Descrição
Apresente um jogo de trilha que sirva de modelo para as crianças. Discuta com elas que regras o novo jogo terá (por exemplo, em que ocasiões se pode pular duas casas, ficar uma vez sem jogar, voltar ao início, jogar o dado novamente etc.), qual o formato e o tamanho da trilha, as cores E a ordem das de casas, entre outros itens. Peça para todos escolherem de que etapa da construção do jogo participarão: recorte de cartolinas, elaboração das letras e números que integrarão cada casa, colagem dos materiais, construção do próprio pino com o material que desejar. Pronta a trilha e o pino de cada um, combina-se o critério para a ordem dos jogadores na partida, com base também nas sugestões da turma (ordem alfabética, valor do dado etc). O jogo inicia com a primeira criança jogando o dado e seguindo pelo tabuleiro com seu pino até a respectiva casa. A criança seguinte faz o mesmo e assim por diante. Quem chegar em primeiro lugar ao fim da trilha vence a partida.

NOMES EM JOGO

Idade
5 anos.

Tempo
Diariamente

Espaço
Sala de aula

Material
Caça-palavras e Cruzadinha – folhas de caderno, caneta esferográfica e lápis; Forca – giz e quadro; Memória – Pedaços quadrados de papel-cartão com 6 centímetros de lado, caneta hidrográfica preta, lápis de cor ou fotos 3x4 de cada criança.

Objetivo
Ler e a escrever usando os nomes próprios por meio de jogos.

Descrição
Caça-palavras
Em uma folha de caderno, escreva com letra bastão maiúscula os nomes das crianças na horizontal e na vertical. Não vale colocar na diagonal e nem escrevê-las de trás para frente. Preencha os espaços em branco aleatoriamente com outras letras. Faça uma lista com os nomes que as crianças devem achar. Tire cópias suficientes para todos, distribua e peça para descobrirem os nomes no emaranhado de letras.

Cruzadinha
Calcule quantos espaços serão necessários para escrever o nome de um de seus alunos e desenhe em uma folha de caderno, na horizontal, os quadradinhos correspondentes. Por exemplo: para escrever Pedro, serão necessários cinco quadrados. Pense em outra criança que tenha no nome uma letra igual ao da primeira. Por exemplo, Daniela. Desenhe na vertical, a partir da letra “d” de Pedro, seis quadradinhos. Faça o mesmo com outros nomes. Numere cada seqüência no diagrama e, em uma coluna ao lado, indique os números e os nomes que você quer que as crianças escrevam nos quadrinhos. Vale também dar algumas características dos donos dos nomes conhecidas pelo grupo. Tire cópias e distribua.

Forca
Esse jogo deve ser feito coletivamente. Você pensa no nome de alguém da turma e desenha uma linha pontilhada com um número de traços correspondente ao de letras desse nome. Ao lado, desenha uma forca. As crianças chutam quais letras podem compor o nome. Quando acertam, você põe a letra no lugar. Quando erram, você desenha uma parte do corpo de um boneco pendurado na forca. Quando ele estiver completo, significa que a classe perdeu e você ganhou. Quem adivinhar a palavra primeiro vai para o quadro propor um novo desafio.

Memória
Distribua dois cartões em branco para cada criança e peça que ela escreva o próprio nome em ambos. Se houver integrantes da turma que ainda não sabem escrever, dê um modelo para que copiem. Cada um escreve o próprio nome nos dois cartões e desenha um auto-retrato ou cola a própria foto em um dos cartões. Recolha os cartões, divida a classe em grupos e redistribua o material. Cada grupo deve receber os cartões com seus nomes. As crianças embaralham os cartões virados para baixo e escolhem quem inicia a partida. Cada jogador deve, na sua vez, localizar o par. Ganha quem terminar o jogo com mais pares descobertos.

Algumas escolas não têm recursos para oferecer aos alunos para brincarem, por isso coloquei alguns brinquedos que podem ser feitos de sucata, garrafas de refrigerante, revista, jornal, latas, entre outros.
A sucata pode e deve ser reaproveitada com criatividade na construção de brinquedos, jogos e materiais pedagógicos para serem trabalhados em aula. Deve-se fazer uma reflexão junto aos alunos, sobre a redução dos resíduos e a proteção dos recursos naturais, contribuindo, de forma lúdica, para uma aprendizagem significativa e para a adoção de práticas mais cidadãs.

OBJETIVOS do trabalho com sucata:

- Esclarecer os conceitos de “Redução”, “Reutilização” e “Reciclagem”;
- Demonstrar a importância do reaproveitamento das embalagens de produtos industrializados;
- Transformar o “lixo” urbano em brinquedos de forma simples e criativa;
- Promover uma orientação segura quanto ao uso da criatividade e adaptação de materiais úteis ao ensino de ciências e educação ambiental;
- Incentivar a criatividade;
- Desenvolver habilidades na construção e/ou montagens de materiais e/ou aparelhos;
- Promover a utilização livre e ampla da inteligência, do bom senso e da responsabilidade na execução de atividades mentais e práticas;
- Desenvolver o raciocínio matemático para determinação de volumes e/ou medidas no material convencional.

SUGESTÕES DE PRÁTICAS COM A UTILIZAÇÃO DE SUCATAS:

1. PETECA
Material: 1 saco de salgadinho vazio, tesoura, jornal e 1 borrachinha de dinheiro (atilho)
Procedimento: Faça uma bola de jornal de tamanho pequeno. Introduza a bola de jornal no saco de salgadinho, amarre o elástico procurando deixar a base arredondada. Picotar a parte superior do saco (como um penacho).

2. BOLA DE MEIA
Material: Um pé de meia de nylon, jornal e tesoura.
Procedimento: Faça uma bola de jornal, introduza na meia. Procure dar formas arredondadas à bolinha. Dê um nó próximo à bolinha e corte o excesso.

3. BOLA AO PÉ
Material: Garrafa plástica de 600ml, papéis coloridos, tesoura e 2 metros de corda de varal.
Procedimento: Fure a tampinha da garrafa com a tesoura e fixe nela uma das pontas da corda de varal, na outra ponta forme um circulo dando um nó. Introduza papéis coloridos na garrafa, feche a garrafa. Coloque a parte da corda com o circulo no pé e é só chutar a bola-garrafa.

4. BOLICHE DE CONTINHAS
Material: Latas de refrigerantes ou de cerveja numeradas de 1 a; folhas de revista, caneta colorida, uma bola de borracha ou de meia.
Procedimento: Lixa-se a latinha para a retirada da tampa, após, as revestimos com folhas de revista. Numerar as latinhas. Colocar as latinhas em formação de jogo de boliche, cada criança joga a bola e, de acordo com os números que foram derrubados, fará a soma, subtração ou multiplicação dos números de acordo com o que foi combinado no início do jogo. Este jogo tem por objetivo fazer com que o aluno adquira noções de quantidade, numerais, soma, subtração, multiplicação, cálculo de distância e velocidade.
Aproveitar o material sucata, por ser um material de baixo custo e fazer adaptações para a substituição de material convencional;
- oportunizar alternativas significativas para modificações de estratégias e mudanças no comportamento final do aluno.

5- JOGO DE ARGOLA
Material: Garrafas PET; papel crepom; argolas (podem ser feitas com garrafas PET)
Procedimento: Colocar uma porção de areia no fundo das garrafas, cortar o papel crepom em tiras e colocar em cada garrafa uma cor, fechar a garrafa. Colocar números de 1 a 10 em cada garrafa. 2 a 6 participantes, as garrafas ficam agrupadas a uma distância de 4 a 6 metros, as crianças lançam argolas. Quando acertam verificam o número contido na garrafa e retiram o material de contagem, da cor e quantidade correspondente, ganha quem conseguir maior número de pontos. Este jogo é utilizado para desenvolver a percepção visual-motora, a identificação de cores e a relação número/quantidade.

Brincar é muito importante para o desenvolvimento das crianças, através da brincadeira que elas aprendem mais sobre si, onde ampliam seus conhecimentos, conversam com os adultos e crianças, exploram os objetos, aprende o que são regras e a respeita-las, e o mais importante desenvolve a socialização do grupo, aprende que é fundamental a integração de todos, assim crescem pessoas sem preconceito, e preparadas para trabalhos em grupo. Com as brincadeiras, as crianças aprendem a respeitar o próximo, é apartir deste momento que ela percebe a presença do outro.

Pensando nisso, resolvi colocar algumas atividades para desenvolver com as crianças. Além destas abaixo, colocarei mais brincadeiras com o passar do tempo. Se divirtam!

ROUBA BANDEIRINHA - Jogam dois grupos, cada um com seu campo e sua bandeirinha. No fundo de cada campo, coloque a bandeira (ou qualquer objeto, como uma bola) do time. O Objetivo é roubar a bandeira do time adversário e trazer para o seu campo. Mas o jogador que entrar no campo do time adversário e for tocado por alguém fica preso no lugar. Só pode sair se for "salvo" por alguém do seu próprio time. Ganha o time que capturar a bandeira adversária e voltar para o campo primeiro, sem ser tocado por alguém.

RESGATEI - Idêntico ao "Rouba Bandeirinha". Porém, no lugar da bandeirinha, será colocado uma pessoa do grupo adversário. O objetivo é tocar nessa pessoa e salvá-la. Quando ela é tocada, ela pode correr. Porém, se for congelada, deverá ser tocada por alguém. Ganha o time que a pessoa conseguir correr primeiro para o seu campo.

CARRINHO DE MÃO - Trace duas linhas no chão, uma de largada e outra de chegada. Os participantes dividem-se em pares e se colocam atrás da linha de largada. Todos contam até três e um corredor de cada dupla se abaixa, estica as pernas para trás e apóia as mãos no chão. O outro corredor levanta as pernas do parceiro e as duplas começam a correr, um com os pés e o outro com as mãos. Quem cair volta à posição de largada. Vence quem chegar à linha de chegada primeiro.

AMEBA - Jogo individual parecido com o baleado. Existe uma bola e os jogadores se espalham pela quadra. Quem está com a bola, não pode andar, tendo o objetivo de queimar os outros; ao ser queimada, a pessoa (ameba) deve sentar no lugar, tendo ainda a chance de levantar novamente, tocando alguém que ainda esteja de pé, gritando "Ameba!" (a pessoa que estava de pé senta-se e a que a tocou, levanta-se) ou pegando uma bola que acabe vindo na sua direção.

PEGA-PEGA - Brincadeira de corrida cujo objetivo é tocar em alguém para transformá-lo em pegador. Quem for pego, pega.

PIQUE-VOLTA - Espécie de pega-pega, brincado em um espaço muito amplo e que tenha paredes nas duas extremidades. Quem for pego, deverá pegar a pessoa que lhe pegou antes que ela corra e toque no muro. Se o participante conseguir tocar no muro antes de ser pego, ele é quem pega, o que fará com que o pegador se transforme em vítima. Mas se ele for pego, deverá pegar quem lhe pegou antes que ele toque no muro e vire pegador. Vence quem tocar no muro mais vezes.

ARRASTÃO - É um pega-pega, mas quem for pego deve segurar na mão do outro pegador e, juntos, deverão pegar os demais. Mas nenhum pegador pode se soltar das mãos dos companheiros.

CADEIA - É idêntico ao "Arrastão". Mas quando os pegadores ficarem em 3, o que está na ponta deve se soltar das mãos do companheiro e se integrar ao grupo de corredores. Sendo assim, só duas pessoas poderão pegar os demais e, sempre que um terceiro for pego, o da outra ponta sai. Ex.: João e Maria pegam Caio. Logo, João se solta e Maria e Caio pegam Lucas. Aí, Maria se solta e Caio e Lucas pegam outro e assim por diante. Só duplas!

ESCONDE-ESCONDE - Uma pessoa conta enquanto os outros se escondem. No fim da contagem, deve-se procurar quem está escondido. Se achar, corre até o local escolhido pra ser o batedouro e diz "1,2,3 fulano em tal lugar". Para se salvar, diz "1,2,3 salve eu". Quem ficar por último pode dizer "1,2,3 salve todos". Aí, a mesma pessoa que contou volta a contar. Caso contrário, quem foi achado primeiro é o próximo a contar e procurar.

POLÍCIA E LADRÃO - Parecido com o pega-pega. Há dois grupos: o da polícia e o dos ladrões. O papel da polícia é pegar os ladrões e prendê-los em uma “cadeia”. O papel dos ladrões é salvar os companheiros (abrindo a porta da “cadeia”) e se proteger da polícia. Se a polícia prender todos, invertem-se os papéis.

DANÇA DAS CADEIRAS - Faz-se uma roda de cadeiras e outra de pessoas. Sendo que o número de cadeiras deve ser sempre um a menos. Toca-se uma música animada. Quando a música parar, todos devem sentar em alguma cadeira. Quem não conseguir sentar, é eliminado e tira-se mais uma cadeira. Ganha quem sentar na última cadeira.

DANÇA DAS CADEIRAS COOPERATIVA - Disponha as cadeiras como você faz no jogo tradicional das cadeiras. O segredo do jogo é não eliminar nenhum participante, só cadeiras, ou seja, a cada rodada, você retira uma cadeira e ainda assim todos deverão sentar-se, como puderem: no colo, no braço da cadeira, deitado sobre os colegas etc... Neste jogo não há vencedores.

DANÇA DAS CADEIRAS ALTERNATIVA - Várias cadeiras serão espalhadas pelo local da atividade. Em cima de cada uma delas, haverá uma bexiga. Todos estarão vendados e uma música animada deverá ser iniciada. Quando a música parar, eles deverão procurar uma cadeira, sentar e estourar a bexiga que tiver na cadeira, sendo guiados pelos jogadores da equipe que não estão participando. Sempre haverá uma cadeira a menos. Quem sobrar, é eliminado. O jogo prossegue até surgir o campeão.

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QUEBRA-GELOS E BRINCADEIRAS (Células e Gincanas)
MARCHA DOS CHAPÉUS

Os participantes formam um círculo e marcham ao compasso da música, um atrás do outro como os chapéus postos, menos um. Os chapéus devem ser passados ao companheiro que marcha na frente. Quando a música cessa repentinamente, um ficará sem chapéu e este deve sair do círculo, levando um chapéu. O último que consiga manter seu chapéu será o vencedor. Pode-se fazer a brincadeira com um só chapéu no círculo. O participante que ficar com o chapéu na cabeça ao cessar a música, sairá do círculo.
Ovelha Perdida
Uma criança é escolhida e seus olhos vendados. Uma vara é colocada em sua mão, enquanto os outros formam um círculo ao seu redor. O cego vai apontando com a sua vara e pergunta: “Você é a Minha Ovelha Perdida?” A pessoa apontada deve pegar a vara e levá-la perto da sua boca e emitir um balido, disfarçando a voz, mas se for reconhecida deverá tomar o lugar do cego. Cada vez que isto acontece, os jogadores mudam de lugar para não ser reconhecida a sua posição.
Fazendo Compras
Um círculo com uma pessoa no centro. O participante que vai fazer compras dará voltas ao redor do círculo e deter-se-á em frente de um dos participantes e dirá, por exemplo: “Vou ao México, que posso comprar?” Imediatamente, contará até dez e antes que termine, o concorrente a quem está falando terá que mencionar três coisas que comecem com M (como manteiga, medicamentos, meias). Se não conseguir fazer isto, então ele tomará o lugar do que vai fazer compras. Poderá mencionar qualquer lugar e as coisas compradas terão que começar com a inicial do nome do lugar.
Caçar na Natureza
Jesus usava a Natureza para as suas ilustrações. Divida a classe em três ou quatro grupos. A cada grupo deve ser dada uma lista idêntica de artigos que devem ser encontrados. Ninguém pode sair da área designada.
Sugestões: sementes, trevo, haste de grama, folha de árvore, penas de aves, varinhas, pedaços de papel. Especifique um limite de tempo de mais ou menos 3 a 5 minutos. O grupo que conseguir mais itens é o vencedor.
Seguem para Samaria
Fazer uns quadrados no chão formando um grande círculo. Um quadrado para cada criança menos um que será o que “sobra”. Cada jogador ficará dentro do seu quadrado até que receba um toque do que sobra, ao este estar circulando e dizendo: “Segue-me para Samaria”. O que foi tocado coloca a sua mão no “sobra” e o segue. À medida que os outros vão sendo tocados e vão aumentando a fila que vai sendo unida pelas mãos no ombro, o líder pode gritar: “Os romanos vêm vindo”. Então, todos correm para os seus quadrados. O que ficar sem quadrado é “sobra”.
Corrida de Jornais
A cada participante são fornecidas duas folhas de jornal. Cada passo na corrida deve ser dado em cima dos jornais. Desta maneira, ele põe uma folha no chão, pisa em cima; põe a outra no chão, pisa em cima; pega a primeira que ficou para trás, trazendo-a novamente à frente, e assim sucessivamente até alcançar o alvo. (Percorrer todo o trajeto estipulado).
Rinha de Galo
Prender com um alfinete uma figura ou objeto nas costas de dois jovens para que estes descubram mutuamente o que têm nas costas. Cada um procurará ver primeiro o que tem seu companheiro nas costas, procurando evitar que o outro veja a sua. Premiar o primeiro a descobrir.
ATENÇÃO! CONCENTRAÇÃO!
Formação: Em círculo, sentados na sala de aula ou à vontade.
Desenvolvimento: Ao iniciar o jogo, todos dirão: “__ Atenção! Concentração!” Logo em seguida baterão palmas 3 vezes.
“__ Atenção” – 3 palmas
“__ Concentração” _ 3 palmas
“__ Diga o nome” _ 3 palmas
“__ Nome de” _ 3 palmas
A seguir o líder ou uma criança por ele indicada falará e os demais baterão palmas da seguinte maneira:
“__ Uma fruta” _ 3 palmas
“__ Que você” _ 3 palmas
“__ Mais gosta” _ 3 palmas
Logo após da ordem indicada pelo líder cada criança dirá o nome de uma fruta e baterá 3 palmas, que será acompanhada por todo o grupo.
Depois de que todas as crianças tiverem dito o nome de uma fruta, o líder ou outra criança, sem intercessão, continua a brincadeira, dando nova ordem.
Poderão ser lembrados: nomes de cidades, bairros, países, acidentes geográficos, pessoas da Bíblia, cores, animais, comidas, sobremesas, etc. Pagarão prendas os que errarem.
DENTRO! FORA!
Formação: Ao redor de um círculo grande ficam as crianças.
Desenvolvimento: O líder ordena Dentro ou Fora e todas as crianças cumprem as ordens pulando com os pés juntos para dentro ou para fora do círculo. De vez em quando o professor repete a mesma ordem. As crianças que erram são eliminadas provisoriamente, isto é, até serem substituídas por outras que cometeram a mesma falta.
CAMALEÃO
Formação: Este jogo necessita de um espaço relativamente plano, delimitado. Jogam pelo menos seis crianças. Coloca-se uma criança (camaleão), virada de olhos tapados pelas mãos. As restantes crianças estão colocadas à vontade, a uma distância de cerca de dez metros.
Desenvolvimento: Ao sinal de início do jogo, as crianças perguntam em coro àquela que está de costas: “Camaleão, de que cor?” . O camaleão responde dizendo uma cor, por exemplo, o azul. Mal diz a cor, neste exemplo, o azul, o camaleão vira-se e começa a correr atrás dos colegas, que fogem. Ao fugir, as crianças procuram um objeto da cor escolhida e tocam nele, a fim de se livrar. Neste caso, o camaleão não as pode caçar. Só pode caçar aquelas crianças que ainda não se livraram, ou seja, não tocaram na cor escolhida. Se o camaleão tocar em alguém antes de se livrar, este passa a ser o novo camaleão. Se o camaleão não conseguir caçar ninguém, continua nesta função.
CAIU EM MIM
Objetivo: Esta dinâmica pode ser considerada um exercício de integração, no entanto, é mais adequada para grupos que já se conhecem, objetivando o lazer e a descontração.
Procedimentos:
1. Orientar para que todos fiquem assentados em círculo;
2. Distribuir papeletas e lápis para cada participante;
3. Cada pessoa escreverá na sua papeleta alguma coisa que o vizinho da direita realizasse. Pode ser qualquer coisa: imitar alguém, cantar uma música, imitar um animal, etc;
4. Deverão assinar o nome nas papeletas
5. O facilitador recolhe todas as papeletas;
6. Após recolher as papeletas, dá o mote: “Aquilo que você quiser para si não deve desejar para os outros… Portanto, o que você escreveu na sua papeleta, quem vai executar é você! (niguém pode se recusar a participar)
7. Iniciar por voluntários, até que todos tenham concluído
QUEM SOU EU
Preparação: Círculo; crianças sentadas no chão, no centro fica uma criança de olhos vendados.
Desenvolvimento: Ao sinal do líder um dos companheiros da roda faz a pergunta: “__ Quem sou eu?” A criança de olhos vendados, indica a
direção da voz e responde: “__fulano”. Se acertar escolhe seu substituto.
Brincadeira: A Jaula (ATIVO)
Preparação: Um grupo de crianças dispostos em círculos (lado a lado sem darem as mãos) forma a jaula. O outro grupo, cujos elementos representam os animais, se dispersa pelo terreno. O professor usará apito ou campainha.
Desenvolvimento: Ao sinal do professor os animais põem-se a correr, ora entrando, ora saindo da jaula. A um novo apito, as crianças do círculo dão as mãos fechando a jaula e prendendo, desse modo, os que ficaram dentro do círculo. Estes vão então fazer parte do mesmo, juntando-se aos que formam a jaula. A seguir o jogo recomeça até que todos os animais tenham sido aprisionados.
Brincadeira: ADIVINHA QUEM É
Formação: Em círculo. Uma criança no centro de olhos fechados.
Desenvolvimento: Uma criança do círculo irá puxar a orelha (devagar) do companheiro que está no centro fazendo o mínimo de barulho possível,
voltando ao seu lugar. Então pergunta: “__Advinha quem é”. A criança do meio deverá abrir os olhos e adivinhar quem puxou a sua orelha. Se não
conseguir, esta ocupará o seu lugar.
FAÇA O QUE EU FAÇO

Participantes em círculo. O primeiro inventa uma ação – coça a cabeça, estala os dedos, etc. O segundo, repete a açao do primeiro e acrescenta mais uma – tipo imita um carneiro. O terceiro vai repetir o que o 1o e o 2o fizeram e acrescentar mais uma e assim por diante. Coitado do ultimo, tem que lembrar de tudo e ainda fechar com chave de ouro.

AVIÃO PEGADOR
Formação: Crianças dispersas a vontade, uma destacada: “o avião”.
Desenvolvimento: A um determinado sinal, o elemento destacado sai em perseguição dos colegas imitando um avião. Aquele que se vir em perigo de ser apanhado, para equilibrando-se num pé só e eleva os braços lateralmente fazendo a figura de um avião. O perseguidor não poderá pegá-lo enquanto ele estiver nesta posição. Quando o avião conseguir apanhar uma criança ela irá substituí-lo.
Brincadeira: APANHAR O LENÇO
Material: Um lenço
Preparação: Duas linhas paralelas distantes 8 a 10 m. Marca-se o centro do campo onde se coloca o lenço.
Formação: Os jogadores formarão dois partidos dispostos atrás da linha. Todos serão numerados. Cada partido com os mesmos números.
Desenvolvimento: O professor gritará um número e os jogadores chamados correrão até o centro, terão como objetivo apanhar o lenço e voltar a sua fileira. No caso de um conseguir apanhar o lenço o outro deverá perseguí-lo e tocá-lo antes que ele consiga atingir a fileira.
Pontos: Alcançará dois pontos para o seu partido o jogador que conseguir apanhar o lenço e voltar a fileira sem ser tocado.
ABAIXAR-SE
Material: 3 bolas
Formação: Crianças dispostas em 3 colunas. A frente de cada coluna a uma distância aproximadamente 1 metro do primeiro colocado, ficará o “capitão” de cada equipe. Este segurará a bola
Desenvolvimento: A um sinal dado, o capitão atirará a bola ao primeiro de sua coluna que a devolverá e logo em seguida abaixará. O capitão jogará a bola para o segundo da coluna que agirá como o primeiro e assim sucessivamente. A última criança da coluna ao receber a bola gritará “viva”, marcando ponto para sua equipe.
A sopa está pronta
Material: Gorro de cozinheiro
Formação: Crianças sentadas ou em pé em roda
Desenvolvimento: Uma criança é escolhida para ser o “cozinheiro” e fazer a sopa. Recebe o gorro de cozinheiro e caminha em volta da roda escolhendo crianças para representarem os diversos legumes, a carne, a massa, etc. Estas devem seguí-lo até que o cozinheiro diga: “__A sopa está pronta”. Neste momento todos correm para ocupar um lugar na roda. A criança que não conseguir entrar na roda ocupará o lugar do cozinheiro.
Brincadeira:Bolo de Fubá
Preparação: As crianças formam um círculo de mãos dadas, ficando uma no centro da roda.
Desenvolvimento: Ao sinal de início, o jogador central caminha ao redor do círculo (por dentro tendo as mãos levantadas). De súbito, abaixa-se e bate nas mãos de dois companheiros da roda, os quais saem a correr em direção contrária. Enquanto isso, quem “cortou o bolo”, apossa-se de um dos lugares deixados vagos. O primeiro a terminar a volta entra pelo lugar vazio vai ao centro da roda e diz depressa: “__bolo de fubá, já estou cá”, enquanto o último a chegar ocupa o lugar deixado vago na roda.
Brincadeira:CESTINHA
Material: Uma bola
Formação: As crianças formam uma coluna com exceção de duas que a uma certa altura da coluna formam a cesta (dão as mãos mantendo os
braços bem alto). A primeira da coluna recebe a bola.
Desenvolvimento: A criança tenta atirar a bola na “cesta”. Acertando, vai colocar-se no fim da fila. Se errar, troca de lugar com um dos
companheiros que formam a cesta. Depois de todas as crianças terem uma oportunidade, o líder pode afastar a cesta um pouco mais distante do
grupo. As crianças que forem cestinha mais de 3 vezes pagam prenda ou saem do jogo. Vencem os três que ficarem por último.
Brincadeira:Bom dia
Material: Um lenço
Formação: De mãos dadas as crianças formam um círculo. No interior deste permanecerá um jogador com os olhos vendados.
Desenvolvimento: O circulo gira para a direita ou para a esquerda. Quando o jogador do centro bater o pé no chão o círculo para de girar. A criança do centro aponta para um jogador e este dirá: “__Bom dia”. O do centro terá que o reconhecer pela voz, dizendo o seu nome. Caso erre, ainda terá o direito de apresentar mais dois nomes. Acertando, o que foi apontado ocupará o centro e o outro o substituirá na roda, do contrário, o jogo prosseguirá até que o do centro, fazendo novamente parar o círculo mencionar acertadamente o nome do companheiro.
Brincadeira:Barra manteiga
Formação: Traçam-se duas linhas paralelas com uma distância razoável entre elas. Atrás de cada uma ficarão de pé as crianças dos dois times com um número igual de componentes.
Desenvolvimento: Dada a partida uma das crianças do time escolhido para dar a saída, corre e passa a mão sobre as mãos estendidas dos “inimigos”. De repente dá um tapinha na palma da mão de um deles (o desafiado) e sai correndo de volta ao seu lugar. O desafiado deverá sair correndo atrás do desafiante. Se conseguir pegá-lo antes que ele atinja seu campo levá-lo-á como prisioneiro para o seu partido, e o time que perder o jogador nomeará outro para fazer novo desafio ao inimigo. Se não conseguir pegá-lo, o desafiante ficará em seu lugar enquanto ao desafiado caberá fazer novo desafio. Depois de esgotado o tempo estipulado para o jogo, vence a turma que contar maior número de prisioneiros.
Brincadeira: Cachorrinho pega o rabo
Formação: Formar colunas de mais ou menos dez crianças, cada um segurando na cintura do companheiro da frente.
Desenvolvimento: O primeiro jogador tenta pegar o último da coluna, que procura se desviar para não ser pego. Se conseguir, o primeiro jogador da
coluna troca de lugar com o último.
Brincadeira:Corrida contrária
Preparação: As crianças dispõem-se em rodas, de mãos dadas, todas voltadas para o centro. Um par de jogadores fica por fora.
Desenvolvimento: Ao sinal de início, o par deslocado em volta do círculo tocam de repente nas mãos unidas de dois companheiros da roda. Esses
saem a correr, sem se largarem as mãos, na direção oposta à do par que os desafiou. Cada dupla tenta, então, dando à volta a roda por seu lado,
ocupar os lugares agora vagos no círculo. Quem não consegue, vai para fora. Recomeçará a corrida em torno da roda a fim de provocar outras duas
crianças. O par que não conserva as mãos dadas perde o direito de ocupar os lugares vazios.
Brincadeira: Cara ou Coroa
Material: Uma moeda
Preparação: Traçam-se no chão duas linhas distanciadas uns 20 metros. Os piques. No centro os partidos – Cara ou Coroa – com igual número de jogadores, em 2 fileiras, defrontando-se.
Desenvolvimento: O professor atirará a moeda para o alto e os jogadores aguardarão a queda para verificar que face ficará voltada para cima – Cara ou Coroa. O professor anunciá-la-á em voz alta e o grupo do partido correspondente à face anunciada fugirá para os seus piques (a sua retaguarda) perseguidos pelos jogadores do outro partido. Os que forem alcançados serão incorporados ao partido contrário, passando a agir juntamente com os novos companheiros. Novamente os dois partidos aproximarão do centro e o professor jogará a moeda.
Vitória: Será vencedor o partido que, findo o tempo marcado, tiver maior número de crianças.
Brincadeira:Cachorros e coelhinhos
Formação: Unindo as mãos duas a duas as crianças formarão “tocas” abrigando cada uma um “coelho”. Haverá sempre um “coelhinho” sem toca e um “cachorrinho”
Desenvolvimento: Perseguido pelo cachorrinho o coelhinho se alojará em uma das tocas do qual o ocupante se retirará imediatamente para lhe ceder a morada. O coelhinho desalojado fugirá para não ser alcançado pelo cachorrinho e deslocará outro coelhinho, cujo abrigo se apossará. Quando o cachorro pegar o coelhinho, invertem-se os papéis e o jogo prosseguirá sem interrupções.
Brincadeira: Coelhinho sai da toca
Formação: Grupos de 3 crianças, duas formam a “toca” e abrigam um “coelhinho” no centro com as mãos dadas e os braços estendidos. As várias
tocas com os seus coelhinhos ficam dispersas no terreno, afastadas umas das outras, deixando espaços para as corridas. Sobra um coelhinho sem toca
no centro do terreno.
Desenvolvimento: À ordem do líder: “__Coelhinho sai da toca”, os coelhinhos trocam de lugar. O coelhinho sem toca procura encontrar moradia. O
coelhinho que sobrar continua o jogo.
GATO ASSUSTADO
Preparação: Crianças em grupos de 3. Dois de mãos dadas formam a “casa” e um dentro, o “gato”.
Desenvolvimento: Iniciando as casas giram em volta dos gatos, ao som de música animada. Terminada a canção, os gatos vão para o centro formar uma rodinha juntamente com o gato sem casa. Repetem então a mesma música, e no final todos os gatos correm em busca de uma casa. Quem fica sem casa vai para o centro reiniciar a brincadeira.
EMAS E PATOS
Formação: Traçar no chão duas linhas paralelas (de partida e de chegada). Crianças enfileiradas atrás da linha de partida.
Desenvolvimento: A ordem de partida é dada com a palavra: “__Emas e Patos”. Gritando Emas as crianças correm normalmente e gritando Patos estas devem colocar-se em posição de cócoras com os braços flexionados e as mãos nos peitos imitando patos. O líder varia as ordens a seu gosto. Será vencedora a criança que primeiro atingir a linha de chegada.
HÁ! HÁ!
Preparação: As crianças sentam-se em círculos escolhendo-se uma para começar.
Desenvolvimento: Ao sinal de início, o jogador escolhido exclama: “Há!” ao que o seguinte completa: “Há!, Há!”, cabendo ao terceiro falar: “Há!, Há!, Há!” e assim por diante. Antes mesmo de se completar a volta inteira do círculo, o grupo estará com muita vontade de rir, mas não poderá fazêlo, pois quem ri paga prenda, vencendo ao cabo de alguns minutos, quem conseguir manter-se sério.
IRMÃOS
Preparação: Inicialmente as crianças formam pares, os “irmãos”, que se dispõem em duas colunas. Depois de cada uma houver tomado
conhecimento do seu “irmão”, cada coluna dará formação a um círculo, com um afastamento de uns dois metros aproximadamente.
Desenvolvimento: Os dois círculos giram, enquanto as crianças cantam um louvor alegremente. A um sinal dado pelo líder (apito ou palma) desfazem-se os círculos e cada criança procura o seu irmão. Encontrando-o devem ambos darem as mãos e abaixar-se. O último a fazê-lo será eliminado temporariamente. A brincadeira prossegue formando-se novamente os dois círculos primitivos.
JÁ PARA CASA
Formação: Marcar no chão tantos círculos quanto forem as crianças, exceto uma. A distância de 10 a 15 metros as crianças de mãos dadas, formam uma roda girando para a direita ou para a esquerda, cantando um louvor.
Desenvolvimento: Ao sinal “__ Já para casa”, saltam as mãos, param de cantar, procurando cada qual sua “casinha”, ou seja, o círculo. A que sobrar ficará no centro da roda recomeçando o jogo. Ao sinal ela correrá junto com as outras. Quem ficar sem casa 3 vezes paga prenda
Na Frente
Preparação: As crianças formam um círculo sendo numeradas de 1 a 4.
Desenvolvimento: O líder dirá um número em voz alta. As crianças do número chamado sairão correndo em volta do círculo procurando cada uma pegar o colega, que estiver na frente. Aqueles que forem alcançados serão imediatamente eliminados e os que conseguirem chegar aos primitivos lugares, voltarão a ocupá-los. Finda a corrida, novo número será chamado prosseguindo assim o jogo.
JUQUINHA ESPERTO: – (MODERADO)
Formação: Crianças em roda numeradas de um até quanto forem as crianças num círculo.
Desenvolvimento: A criança do meio dirá dois números de 1 a 30 (supondo que tenha 30 crianças), sendo que os números citados devem trocar de lugar, nesse intervalo, “Juquinha” tentará entrar num desses lugares. Quem não conseguir a vaga, ficará no centro.
JOGO DAS ROLHAS: – (MODERADO)
Material: Rolhas (ou caixinhas de fósforos, ou pedrinhas)
Preparação: Crianças numeradas em roda dentro da qual se coloca, no chão, várias rolhas em número ímpar.
Desenvolvimento: O professor chama 2 números consecutivos e as duas crianças saem imediatamente em direções opostas. Correndo, contorna o círculo, e, ao completarem a volta, penetram nele pelos seus próprios lugares. Procurarão então apanhar as rolhas com a máxima rapidez.
Vitória: Caberá aquele que conseguir juntar maior número de rolhas.
JACÓ E RAQUEL: – (CALMO)
Material: 1 lenço ou 1 campainha (ou guizo, chocalho, ou uma latinha com pedras).
Formação: Crianças de mãos dadas, em círculo, limitando o espaço onde devem ficar 2 companheiros: “Jacó” com os olhos vendados e “Raquel” de pose do guizo.
Desenvolvimento: Raquel faz soar o guizo atraindo Jacó que tenta pegá-la. Raquel esquiva-se ou corre iludindo o companheiro que, sempre guiado pelo som do guizo a persegue. Quando Raquel for alcançada os dois escolherão seus substitutos e voltarão ao círculo
LÁ VEM O RATO: – (MODERADO)
Material: 1 corda
Formação: As crianças ficam em círculo e uma outra permanece no centro, segurando uma corda em cuja extremidade prende-se um peso que será o “rato”.
Desenvolvimento: Ao início do jogo, a criança do centro deve girar a corda junto aos pés dos participantes que devem pular não deixando que o rato os toque. A criança deve deixar o rato pegá-la, é afastada do jogo. O jogo terminará quando só restar uma criança no círculo, a que será a vencedora.
MAMÃE! POSSO IR?: – (CALMO)
Desenvolvimento: Uma criança é escolhida para ser a mãe e as outras serão filhas. De uma distância é estabelecido o seguinte diálogo:
- Mamãe! Posso ir?
- Pode
- Quantos passos?
- Três de elefante.
Dá três grandes passos em direção à mãe. Outra criança repete.
- Mamãe! Posso ir?
- Pode.
- Quantos passos?
- Dois de cabrito.
Dá dois passos médios em direção à mãe.
- Mamãe! Posso ir?
- Pode.
- Quantos passos?
- Quatro de formiga.
Quatro passos diminuídos à frente.
A primeira das filhas que atingir a mãe assume o posto.
MORTO E VIVO: – (CALMO)
Formação: Crianças pelo campo
Desenvolvimento: Para iniciar o líder diz: “morto”, sinal para que todos se agachem prontamente. Depois ordena “vivo” e todos se levantam depressa. A brincadeira continua variando os comandos.
MANDUCA MANDA: – (CALMO)
Formação: Crianças sentadas nas carteiras. O orientador a frente do grupo.
Desenvolvimento: A brincadeira começa com a ordem do orientador: “__ Manduca Manda… levantar o braço”, por exemplo; à qual todos devem obedecer. Ele dá novos comandos, que exigem maior ou menor movimento, (ficar de cócoras, pular 3 vezes no mesmo lugar, fazer meia volta dar 4 passos para trás, etc.). Quando as ordens são precedidas pelas palavras “Manduca Manda” tem que ser atendidas, do contrário não devem sê-lo, cabendo a quem cumpre ser tirado do jogo, pagando ao final uma prenda. Assim sendo ao ouvirem “bater palmas” quem faz tal coisa erra. A vitória é de quem findo o tempo previsto, não houver pago prendas
MACACO: – (CALMO)
Formação: Jogadores em círculo amplo, havendo um fora que ocupa o centro quando for chamado.
Desenvolvimento: Depois de escolhido um que será o “macaco”, chama-se o de fora para começar o jogo. Todos iniciam fingindo coçar o ombro esquerdo com a mão direita. O “macaco” deve ir, a cada momento, mudando o gesto e todos os outros passam a imitá-lo na nova atitude sem deixar perceber quem é ele. O que está no centro procura descobrir quem é o macaco. Ganha se adivinhar e escolhe outro para recomeçar o jogo.
Previamente, deve ter sido combinado, se o jogador tem direito a uma, duas tentativas ou se deve acertar logo ao primeiro macaco que apontar.
NUNCA TRES (ATIVO)

Preparação: Um fugitivo e um perseguidor. À distância, os demais jogadores, aos pares, de mãos dadas, ficarão dispersos pelo terreno.
Desenvolvimento: Ao sinal de início o fugitivo correrá e para evitar o perseguidor tomará a mão de um dos colegas cujo parceiro se deslocará fugindo do perseguidor, por não ser permitido o grupo de três. Com o novo fugitivo, o jogo prosseguirá sem interrupção, desde que se o perseguidor atingir o fugitivo a ação será invertida.
ORELHINHA: – (CALMO)
Formação: Crianças sentadas em círculo, uma no centro de olhos fechados.
Desenvolvimento: Uma das crianças será escolhida para puxar (devagar) a orelha do colega do centro e de olhos fechados pela mão dó líder. Depois disso, voltará para seu lugar. Ao sinal do líder, a criança abrirá os olhos e tentará adivinhar quem lhe puxou a orelha. Levanta-se, pega pela orelha o colega que julga ser culpado se for, o coloca no centro do círculo, e o senta no lugar vago. Se acertar o jogo terá prosseguimento, se errar será conduzido pela orelha ao centro, pelo suposto culpado.
O CARANGUEIJO – MARCHAR: – (MODERADO)
Formação: Os jogadores divididos em dois partidos dispostos em colunas, são nomeados por dois. Transversalmente às colunas, marca-se a linha de partida e a 10 metros aproximadamente desta, paralelamente, traça-se a linha final. Os números 1 e 2 de cada partido formam o “caranguejo”, ficando
de costas um para o outro e com os braços entrelaçados.
Desenvolvimento: Ao sinal de início os primeiros caranguejos (número 1 de frente e número 2 de costas) de cada partido, saem marchando até a linha final. Continuam marchando voltando, porém em posição trocadas o que estava de costas fica de frente e vice versa.; até a linha de partida, quando segue o segundo par e os primeiros vão se colocar atrás das colunas respectivas. Assim vai prosseguindo até que todos os “caranguejos” tenham corrido. Será considerado vencedor o partido cujo último par a atravessar em primeiro lugar a linha de partida.
O GATO E O RATO: – (MODERADO)
Formação: Formam-se uma roda. Uma criança vai para o centro “o rato” e outra fica de fora “o gato”
Desenvolvimento: Dada a partida a roda começa a girar, enquanto o gato pergunta e todos respondem:
“__ Seu ratinho está?”
“__ Não senhor!”
“__ Que horas vai voltar?”
“__ Às oito horas!”
“__ Que horas são?”
“__ Uma hora!”
“__ Que horas são?
“__ Duas horas!”
E assim por diante, até chegar o horário fixado (oito horas). Aí a roda pára e o gato corre a procura do rato. Durante a correria, ao rato serão facilitadas a saída e a entrada na roda enquanto que ao gato serão dificultadas. O jogo acaba com a prisão do rato que passará a ser gato na próxima rodada e um novo rato será escolhido.
PAREM!: – (MODERADO)
Material: Uma bola leve.
Preparação: As crianças dispõem-se em rodas, tendo ao centro um jogador de pose da bola. Todos são numerados, inclusive o que está no meio.
Desenvolvimento: Ao sinal de início, o jogador central chama qualquer companheiro (pelo número), atirando simultaneamente a bola ao chão. Feito isto, corre, procurando afastar-se o mais possível do meio da roda, no que é imitado pelos demais, a não ser aquele cujo número ele chamou.
Este pega depressa a bola e grita: “__ Parem!”, voz que todos obedecem, imediatamente, conservando-se imóveis nos seus lugares. O jogador que tem a bola procura então, também sem sair do lugar, atingir com ela um companheiro, que nada deve fazer para evitá-lo. O alcançado pela bola é excluído, continuando a brincadeira, depois de refeito o círculo, com o número chamado no centro do círculo de posse da bola, a solicitar outro número. A vitória é das crianças que restarem em jogo depois de decorrido o tempo combinado. Quando não há atingidos ou quando a bola toca alguém acima da cintura, o círculo recompõe-se igualmente e a brincadeira prossegue, voltando ao centro a mesma criança para chamar outro
número. Aqueles que não atendem ao sinal de parar ou procuram esquivar-se da bola, que continuam a correr e ainda as que lançam a bola acima das pernas dos companheiros são excluídos do jogo.
PEGA A BOLA PESADA: – (MODERADO)
Material: Uma bola.
Formação: Jogadores dispostos em círculo, ficando uma no centro.
Desenvolvimento: Os do círculo passam a bola livremente uns aos outros, de modo que o do centro não consiga tocá-la. Aquele que deixar a bola ser tocada, irá para o centro e por sua vez terá que tocá-la para ser substituído.
POBRE GATINHO!: – (CALMO)
Formação: Crianças sentadas em círculo, um aluno fará papel de “gato”
Desenvolvimento: Este escolherá um dos participantes e perto dele imitará 3 vezes um gato. A cada miado, a criança terá que bater levemente com a mão na cabeça do gato e dizer: “__ Pobre gatinho! Pobre gatinho!” Se a criança sorrir virará gato em substituição ao colega.
PASSA ANEL: – (CALMO)
Material: Um anel
Formação: Crianças sentadas no chão em círculo. As crianças deverão ficar com as mãos postas.
Desenvolvimento: Escolher uma criança. Esta passará anel nos que estão sentados. Deixará na mão de uma delas e perguntará a uma criança diferente com quem está o anel. Acertando, quem estava com o anel senta-se e continua a brincadeira.
PALMADINHA: – (CALMO)
Formação: Crianças dispõem-se em rodas com os braços estendidos para frente tendo as palmas das mãos voltadas para cima. No centro do grupo fica um jogador destacado.
Desenvolvimento: Ao sinal de início o jogador central põe-se a desafiar os outro procurando dar-lhes uma palmadinha na mão estendida. Cada qual pode defender-se, encolhendo rapidamente o braço mas deve estendê-lo de novo assim que passe o perigo. Quem leva a palmadinha troca de lugar com o jogador destacado o qual tenta bater nos outros, ordenadamente ou não à volta do círculo.
Futebol de Macaco (Ativo- Bom pra gincana)

Faça um jogo de futebol, porém ao invés de jogar com os pés, as crianças só podem usar as mãos! Não é permitido segurar ou levantar a bola, apenas bater nela com as mãos. É engraçadíssimo pois, ao ficarem curvados, o pessoal parece um bando de macacos jogando futebol.
CONGELADO (Ativo- bom para Gincana)

É um jogo como o “queimado” mas as regras mudam um pouco: se alguém for atingido em uma certa parte do corpo, não pode mais usá-la até o fim do jogo, essa parte fica congelada.
Por exemplo, se alguém for atingido no braço, não pode mais usá-lo para arremessar. Se for atingido em uma perna, só pode pular com a outra perna. Se for atingido no tronco ou cabeça, está fora.
Use uma ou mais bolas leves de plástico ou vôlei.
CRUZADOS (Ativo bom para gincana)

Você vai precisar de uma bola de tênis, ou de vôlei (ou outra qualquer).

Divida todos participantes em 2 ou 3 times iguais (com no máximo 20 pessoas em cada time). Dê para cada pessoa em cada time um número (de forma que duas ou três pessoas, uma de cada time, devem ter o mesmo número). Coloque a bola no chão e faça-os sentarem em fileiras (ou em círculo) em volta da bola, de forma que os times fiquem à mesma distância da bola. A cada rodada o líder chama um número, e as pessoas com esse número devem correr até a bola, pegá-la e sentar em seu lugar (nesse caso o time ganha um ponto). Quando o jogador pegar a bola, o objetivo de seu adversário passa a ser encostar nele antes que ele sente-se em seu lugar (nessa caso o time do adversário ganha um ponto).

De vez em quando chame dois números, só para fazer a coisa ficar engraçada.
O AMOR ESTÁ NO AR!!!! (QUEBRA-GELO)
Formar uma roda e dizer que um urso vai nos visitar hoje. (Um urso ou outro bichinho de pelúcia que vc tenha). Apresente o urso para todos e diga que eles podem fazer com ele o que eles quiserem um por um. Resultado: Abraços, beijos, apertos, jogar para o alto, bater, enfim “n” situações. Quando o convidado (o urso) passou por todos. Diga que cada um deve fazer com a pessoa que esta a sua direita o mesmo que fizeram com o urso. Então com certeza vai dar muitos abraços, beijos, apertos, jogar para o alto, bater, enfim “n” situações. No final de tudo a reflexão, a luz do grande mandamento e o cuidado com o próximo.
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SÁBADO, 31 DE JULHO DE 2010


COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
TURMA: MATERNAL III ( 03 ANOS)
ÁREA DO CONHECIMENTO
OBJETIVOS
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Participar de variadas situações de comunicação oral, para interagir e expressar necessidades e sentimentos;
Interessar-se pela leitura de histórias;
Familiarizar-se com a escrita no cotidiano com livros, revistas, histórias e etc;
Aprender a escutar textos e histórias;
Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano;
Escolher livros para ler;
Demonstrar capacidades de reconto de histórias;
Participar de pequenas dramatizações;
Reconhecer as vogais;
Identificar os nomes dos colegas;
Copiar seu nome;
Diferenciar escrita de desenhos.


MATEMÁTICA


Estabelecer noções matemáticas presentes no seu cotidiano, como contagem por exemplo;
Construir conceitos matemáticos: longe, perto, dentro, fora, em cima , embaixo, novo, velho, em frente, atrás, primeiro, último, noite, dia, agora e hoje;
Perceber relações de causa e efeito nas coisa;
Seriar objetos: tamanho, comprimento, espessura;
Construir noção de quantidade: muito, pouco, cheio, vazio, mais, menos, o mesmo tanto;
Descrever qualidades quanto a cor, forma e tamanho;
Agrupamento de objetos ( classificação);
Discriminar e nomear as primárias, as figuras geométricas, grande, pequeno, grosso, fino, alto, baixo, frio, quente, gelado, liso, áspero, leve, pesado, molhado, seco, duro, macio;
Discriminar sabores diversos e odores: salgado, doce, azedo, amargo, agradável e desagradável;
Identificar gradativamente os numerais ( até 5) e as quantidades correspondentes.

ARTES


Manipular diferentes objetos e materiais explorando suas características, entrando em contato com formas diversas de expressão artística;
Utilizar diversos materiais gráficos e plásticos, ampliando suas possibilidades de expressão e comunicação;
Interessar-se pelas próprias produções e pelas diversas obras artísticas ampliando seus conhecimentos do mundo e da cultura;
Produzir trabalhos de artes, desenvolvendo o gosto e o respeito pelo processo de produção e criação.

MOVIMENTO


Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo;
Desenvolver atitudes de confiança nas próprias capacidades motoras;
Explorar os movimentos de preensão, encaixe e lançamento;
Controlar gradualmente o próprio movimento e ajustar habilidades motoras;
Apropriar-se progressivamente da imagem global do corpo, conhecendo e identificando seus elementos;
Desenvolver atitudes de interesse e cuidado com o próprio corpo;
Segurar corretamente o lápis e manejar a tesoura;
Realizar a atividade de enrolar, modelar, rasgar e empilhar;
Deslocar-se com destreza progressiva no espaço.

NATUREZA E SOCIEDADE


Explorar o ambiente para que possa se relacionar com pessoas, estabelecer contatos com pequenos animais, com plantas e com objetos diversos;
Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural, formulando perguntas, manifestando opiniões próprias sobre os acontecimentos, buscando informações e confrontando idéias;
Estabelecer relações entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem, valorizando sua importância para a preservação da espécies e para a qualidade de vida humana.

MÚSICA


Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos;
Brincar com música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
Explorar materiais e escutar obras musicais para propiciar o contato e experiências com a matéria prima da linguagem musical;
Refletir sobre a música como produto cultural do ser humano e importante forma de conhecer e representar o mundo.



COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
TURMA: 1º PERÍODO ( 04 ANOS)
ÁREA DO CONHECIMENTO
OBJETIVOS

LINGUAGEM ORAL E ESCRITA


Demonstrar interesse na leitura de diversas modalidades de textos;
Usar a linguagem como forma de expressão de idéias, fatos e sentimentos, aprimorando e ampliando o vocabulário;
Fazer registros espontâneos de escrita com objetivos definidos;
Criar histórias com sequência lógica;
Fazer reconto de vários estilos de texto;
Transmitir recados;
Reconhecer a escrita de seu primeiro nome e saber grafá-lo;
Reconhecer os nomes dos colegas;
Nomear as letras de seu nome;
Reconhecer, identificar e grafar as letras do alfabeto;
Discriminar rótulos e embalagens, identificando os mais utilizados;
Evoluir da hipótese da escrita, do nível pré-silábico com letras para o silábico

MATEMÁTICA


Usar as estruturas lógico matemáticas em situações da vida cotidiana;
Perceber semelhanças e diferenças entre os objetos , classificando-os a partir de critérios próprios, estabelecendo relações entre eles; manusear sólidos geométricos, percebendo os que rolam ou não;
Reconhecer formas geométricas básicas: triângulo, quadrado, círculo e retângulo;
Identificar gradativamente os numerais ( até 20) e as quantidades correspondentes;
Fazer registro espontâneos dos numerais em situações de uso funcional ( uso social, contagem,
calendário);
Diferenciar números de letras.

ARTES


Reconhecer as cores básicas em situações de uso;
Evoluir no desenho, usando formas e figuras mais definidas;
Pesquisar e apreciar obras de artes;
Utilizar a rasgadura e a tesoura em situações de recortes;
Modelar livremente , massinha e argila;

MOVIMENTO


Andar, correr, saltar sem dificuldades;
Coordenar movimentos de braços e pernas;
Quicar a bola com as mãos;
Participar de jogos com regras simples;
Identificar e nomear principais partes do corpo.

NATUREZA E SOCIEDADE


Pesquisar fatos contextualizados;
Dar informações sobre dados pessoais;
Ter noção onde mora, onde é sua escola, observando e descrevendo o caminho percorrido;
Vivenciar experiências de natureza química ,física e biológica com grau crescente de dificuldade e profundidade na observação e conclusão;
Associar determinadas atividades aos dias da semana;
Relatar fatos ocorridos com sequência lógica;
Desenvolver hábitos de preservação da saúde e meio ambiente.

MÚSICA


Desenvolver a memória musical;
Explorar livremente , instrumentos e objetos que produzam sons;
Apreciar diferentes estilos musicais;
Acompanhar coreografias simples e dramatizar músicas.
Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos;
Brincar com música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
Refletir sobre a música como produto cultural do ser humano e importante forma de conhecer e representar o mundo.

COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
TURMA: 2º PERÍODO ( 05 ANOS)
ÁREA DO CONHECIMENTO
OBJETIVOS


LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Demonstrar interesse na leitura de diversas modalidades de textos;
Usar com clareza e boa pronúncia, a linguagem como forma de expressão de idéias, fatos e sentimentos, aprimorando e ampliando o vocabulário;
Fazer registros espontâneos de escrita com objetivos definidos;
Criar histórias com sequência lógica;
Fazer reconto de vários estilos de texto;
Transmitir recados;
Reconhecer a escrita de seu primeiro nome e saber grafá-lo;
Reconhecer os nomes dos colegas;
Nomear as letras de seu nome e de outras palavras que sejam significativas;
Reconhecer, identificar e grafar as famílias silábicas;
Reconhecer palavras em pequenos textos;
Discriminar rótulos e embalagens, identificando os mais utilizados;
Evoluir da hipótese da escrita, do nível silábico para o silábico-alfabetico.
Escrever espontaneamente pequenos textos, histórias, versinhos, listas, receitas.

MATEMÁTICA


Usar as estruturas lógico matemáticas em situações da vida cotidiana;
Realizar classificações e ordenações co critérios figurais próprios, evoluindo para a utilização de critérios pré- estabelecidos;reconhecer outras formas geométricas além das básicas : esfera, cubo;
Reconhecer formas geométricas básicas: triângulo, quadrado, círculo e retângulo;
Identificar gradativamente os numerais ( até 50) e as quantidades correspondentes;
Fazer registro espontâneos dos numerais em situações de uso funcional ( contagem, uso social, contextualizado);
Conhecer suas medidas de peso, altura e sapato;
Resolver problemas envolvendo a idéia de adição e subtração .

ARTES


Reconhecer as diversa cores em situações de uso;
Desenhar, fazendo representações de histórias, cenas ouvidas ou vivenciadas;
Pesquisar e apreciar obras de artes;
Fazer dobraduras simples;
Desenhar figura humana com mais detalhes e diferenciação sexual.
Utilizar a tesoura com preensão correta, para fazer recortes livres ou dirigidos;
Modelar livremente , massinha e argila, dando clareza às formas;

MOVIMENTO


Jogar e realizar atividades de desafios , aceitando e respeitando as regras e os resultados;
Quicar a bola com as mãos ou os pés algumas vezes repetidas;
Identificar e nomear mais detalhes do corpo ( sobrancelhas, calcanhar, tornozelo, etc.).

NATUREZA E SOCIEDADE


Pesquisar fatos contextualizados;
Dar informações sobre dados pessoais;
Ter noção onde mora, onde é sua escola, observando e descrevendo o caminho percorrido;
Vivenciar experiências de natureza química ,física e biológica com grau crescente de dificuldade e profundidade na observação e conclusão;
Associar determinadas atividades aos dias da semana;
Relatar fatos ocorridos com sequência lógica;
Desenvolver hábitos de preservação da saúde e meio ambiente.

MÚSICA


Desenvolver a memória musical;
Explorar livremente , instrumentos e objetos que produzam sons;
Apreciar diferentes estilos musicais;
Acompanhar ritmos simples;
Acompanhar coreografias simples e dramatizar músicas.
Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos;
Brincar com música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
Refletir sobre a música como produto cultural do ser humano e importante forma de conhecer e representar o mundo.

COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
TURMA: 3º PERÍODO ( 06 ANOS)
ÁREA DO CONHECIMENTO
OBJETIVOS

LINGUAGEM ORAL E ESCRITA


Demonstrar interesse na leitura de diversas modalidades de textos;
Usar com clareza e boa pronúncia, a linguagem como forma de expressão de idéias, fatos e sentimentos;
Ler, interpretar, compreender a função social de diversos tipos de textos;
Usar seu repertório lingüístico e buscar estratégias para a construção da base alfabética;
Escrever e ler seu nome completo e identificar o nome completo dos colegas;
Escrever com letra de fôrma e cursiva;
Reconhecer, identificar e grafar as famílias silábicas;
Acrescentar ao seu vocabulário e á escrita palavras com dificuldades ortográficas;
Produzir textos individuais ou coletivos com coerência e sequência lógica;
Evoluir da hipótese da escrita, do silábico- alfabético para o alfabético.

MATEMÁTICA


Usar as estruturas lógico matemáticas em situações da vida cotidiana;
Identificar critérios elaborados por terceiros para classificar e seriar;
Ter idéia de número e compreender seu uso social;
Reconhecer outras formas geométricas: losango, trapézio;
Identificar gradativamente os numerais ( até 100) e as quantidades correspondentes;
Fazer registro espontâneos dos numerais em situações de uso funcional ( contagem, uso social, contextualizado);
Conhecer gradativamente o sistema de peso e medidas em situações de uso social;
Conhecer suas medidas de peso, altura e sapato;
Resolver problemas envolvendo a idéias de adição e subtração .

ARTES


Utilizar a linha de base nos desenhos, que já representam objetos com relação lógica;
Desenhar a figura humana bidimensional com mais detalhes e inicio de perspectiva;
Pesquisar, apreciar e reproduzir obras de artes, reconhecendo diferentes estilos e técnicas;
Ter contato com referências da vida e obra dos pintores/autores;
Recortar gravuras e/ou cenas e montá-las novamente;
Fazer dobraduras direcionadas.

MOVIMENTO


Diferenciar conceitos da lateralidade ( direita/esquerda);
Pilar corda, usar o bambolê;
Participar de jogos de regras mais elaboradas.

NATUREZA E SOCIEDADE


Pesquisar fatos contextualizados;
Dar informações sobre dados pessoais;
Ter noção onde mora, onde é sua escola, observando e descrevendo o caminho percorrido;
Vivenciar experiências de natureza química ,física e biológica com grau crescente de dificuldade e profundidade na observação e conclusão;
Associar determinadas atividades aos dias da semana;
Relatar fatos ocorridos com sequência lógica;
Desenvolver hábitos de preservação da saúde e meio ambiente.

MÚSICA


Desenvolver a memória musical;
Explorar livremente , instrumentos e objetos que produzam sons;
Apreciar e acompanhar diferentes estilos musicais;
Conhecer danças folclóricas e acompanhar coreografias mais complexas;
Reconhecer estilos musicais diferentes;
Brincar com música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
Refletir sobre a música como produto cultural do ser humano e importante forma de conhecer e representar o mundo.

PLANEJAMENTO ANUAL

TURMAS : EDUCAÇÃO INFANTIL

ANO LETIVO : 2009


O trabalho a ser desenvolvido com as turmas de Educação Infantil do Instituto de Educação Monteiro Lobato durante o ano letivo de 2009 dar-se –à contemplando as seguintes áreas : MOVIMENTO ; MÚSICA; ARTES VISUAIS; LINGUAGEM ORAL E ESCRITA; MATEMÁTICA; NATUREZA E SOCIEDADE; EDUCAÇÃO CRISTÃ.
As situações de aprendizagens serão organizadas através de atividades permanentes, projetos e outras atividades que fizerem necessárias.
Consideramos prioritariamente para realização deste planejamento a participação de nossas crianças. A bagagem de conhecimento da criança é imprescindível na construção do mesmo por ela. O educador deverá atentar-se às descobertas de aprendizagem das crianças para propiciar em todo processo a formação integral das mesmas.
A criança da educação infantil , necessita de um clima seguro, que a possibilite cada vez mais autonomia. Neste contexto estabelecer- se- à assim motivada frente a novos desafios.
Todas as atividades propostas deverão ser voltadas para o desenvolvimento integral do aluno.

CONSIDERAÇÕES NA REALIZAÇÃO DO TRABALHO:

1) A fase de desenvolvimento das crianças, suas características e possibilidades corporais;
2) Hábitos de saúde,higiene e nutrição, que propiciaremos a criança adquirir , considerando o próprio corpo, o espaço de convivência e a saúde coletiva;
3) A seleção de assuntos que façam sentido para a criança, a fim de que ela tenha uma atitude ativa na produção de seu conhecimento inclusive no que diz respeito à rotina de classe.

OBJETIVOS GERAIS:

Durante todo o ano, as atividades deverão contribuir para que os alunos sejam capazes de :

1) Estabelecer relações sociais em âmbito cada vez mais amplo;
2) Observar e explorar o ambiente;
3) Descobrir, conhecer e controlar progressivamente o próprio corpo, formando uma imagem e adquirir hábitos de saúde e bem estar;
4) Atuar de forma autônoma em suas atividades habituais adquirindo segurança afetiva e emocional e desenvolvendo suas capacidades de iniciativa e confiança em si mesmo;
5) Estabelecer vínculo com adultos e com seus iguais respondendo aos sentimentos de afeto, respeito à diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;
6) Utilizar a linguagem verbal de forma ajustada as diferentes situações de comunicação habituais para compreender e ser compreendido pelos outros. Expressar suas idéias, sentimentos, experiências e desejos;
7) Desenvolver as capacidades de ordem física, afetiva, ética, estética, de relação interpessoal e inserção social.


ÁREAS A SEREM DESENVOLVIDAS


1) LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

A aprendizagem da linguagem oral e escrita é um dos elementos importantes para que a criança amplie suas possibilidades de inserção e de participação nas diversas práticas sociais.
O trabalho com a linguagem se constitui um dos eixos básicos na educação infantil, dada sua importância para a formação do sujeito, para a interação com outras pessoas, na orientação das ações das crianças , na construção de muitos conhecimentos e no desenvolvimento do pensamento.
Aprender uma língua não é somente aprender as palavras, mas também os seus significados culturais e, com eles, os modos pelos quais as pessoas do seu meio sociocultural entendem, interpretam e representam a realidade.
A educação infantil, ao promover experiências significativas de aprendizagem da língua por meio de um trabalho com a linguagem oral e escrita, se constituem em um dos espaços de ampliação das capacidades de comunicação e expressão e de acesso ao mundo letrado pelas crianças. Essa ampliação está relacionada ao desenvolvimento gradativo das capacidades associadas às quatro competências linguísticas básicas: falar, escutar, ler e escrever.

2) MATEMÁTICA

As crianças desde o nascimento, estão imersas em um universo do qual os conhecimentos matemáticos são parte integrante. As crianças participam de uma série de situações envolvendo números, relações entre quantidade, noções sobre espaço. Utilizando recursos próprios e pouco convencionais, elas recorrem a contagem e operações para resolver problemas cotidianos, como conferir figurinhas, marcar e controlar os pontos do jogo, repartir as balas entre amigos, mostrar com os dedos a idade, manipular o dinheiro e operar com ele e etc. Também observam e atuam no espaço ao seu redor e aos poucos , vão organizando seus deslocamentos, descobrindo caminhos, estabelecendo sistemas de referencia, identificando posições e comparando distâncias. Essa vivência inicial favorece a elaboração de conhecimentos matemáticos.
Fazer matemática é expor idéias próprias, escutar as dos outros, formular e comunicar procedimentos de resolução de problemas, confrontar , argumentar e procurar validar seu ponto de vista, antecipar resultados de experiências não realizadas, aceitar erros, buscar dados que faltam para resolver problemas entre outras coisas.
Desta forma, as crianças poderão tomar decisões , agindo como produtoras de conhecimento e não apenas executoras de instruções.
Portanto, o trabalho com a matemática pode contribuir para a formação de cidadãos autônomos , capazes de pensar por conta própria , sabendo resolver problemas.
O trabalho com noções matemáticas na educação infantil atende por um lado às necessidades das próprias crianças de construírem conhecimentos que incidam nos mais variados domínios do pensamento; por outro lado, corresponde a uma necessidade social de instrumentalizá-la melhor para viver, participar e compreender um mundo que exige diferentes conhecimentos e habilidades.

3)NATUREZA E SOCIEDADE

O mundo onde as crianças vivem se constituem em um conjunto de fenômenos naturais e sociais, indissociáveis diante do qual elas se mostram curiosas e investigativas. Desde muito pequenas, pela interação com o meio natural e social no qual vivem , as crianças aprendem sobre o mundo , fazendo perguntas e procurando respostas para as suas indagações e questões.
Como integrante de grupos socioculturais singulares, vivenciam experiências e interagem num contexto de conceitos , valores, ideias, objetos e representações sobre os mais diversos temas a que tem acesso na vida cotidiana, construindo um conjunto de conhecimentos sobre o mundo que as cerca.
Muitos são os temas pelos quais as crianças se interessam: pequenos animais; bichos de jardim; dinossauros; tempestades; tubarões; castelos; heróis; festas de cidades; programas de TV; notícias de atualidade; histórias de outros tempos;; etc.As vivencias sociais, as histórias, os modos de vida, os lugares e o mundo natural são para as crianças parte de um todo integrado.
O eixo de trabalho, denominado natureza e sociedade reúne temas pertinentes ao mundo social e natural. A intenção é que o trabalho ocorra de forma integrada, ao mesmo tempo em que são respeitadas as especificidades das fontes, abordagens e enfoques advindos dos diferentes campos das ciências humanas e naturais.

4)ARTES VISUAIS

As artes visuais expressam, comunicam e atribuem sentido às sensações, sentimentos , pensamentos e realidade por meio da organização de linhas, formas , pontos, tanto bidimensional, como tridimensional, além de volume, espaço, cor e luz na pintura, no desenho , na escultura, na gravura, na arquitetura, nos brinquedos, bordados e etc. O movimento, o equilíbrio, o ritmo, a harmonia, o contraste, a continuidade, a proximidade e a semelhança são atributos da criação artística.
A interação entre os aspectos sensíveis, afetivos, intuitivos, estéticos e cognitivos, assim como a promoção de interação e comunicação social, conferem caráter significativo às artes visuais.
As artes visuais estão presentes no cotidiano da vida infantil ao rabiscar e desenhar no chão, na areia e nos muros, ao utilizar materiais encontrados ao acaso ( gravetos,pedras, carvão) , ao pintar os objetos e até mesmo seu próprio corpo. A criança pode utilizar-se das artes visuais para expressar experiências sensíveis.
Tal como a música, as artes visuais são linguagens e, portanto, uma das formas importantes de expressão e comunicação humanas, o que, Poe si só, justifica sua presença no contexto da educação, de um modo geral, e na educação infantil particularmente.
O desenvolvimento da imaginação criadora, da expressão , da sensibilidade e das capacidades estéticas das crianças, poderão ocorrer no fazer artístico, assim como no contato com a produção de arte presente nos museus, igrejas, livros, revistas, gibis, feiras de objetos, etc. O desenvolvimento da capacidade artística e criativa deve estar apoiado também na pratica reflexiva das crianças ao aprender, que articula a ação, a percepção , a sensibilidade, a cognição e a imaginação.

5)MÚSICA

A música é a linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de expressar e comunicar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio da organização e relacionamento expressivo entre o som e o silêncio.
A música está presente em todas as culturas, nas mais diversas situações: festas e comemorações, rituais religiosos, manifestações cívicas, políticas, etc., faz parte da educação desde há muito tempo, sendo que , já na Grécia antiga era considerada como fundamental para a formação dos futuros cidadãos, ao lado da matemática e da filosofia.
A integração entre os aspectos sensíveis, afetivos, estéticos e cognitivos , assim como a promoção de interação e comunicação social , conferem caráter significativo à linguagem musical que é uma das formas importantes de expressão humana, o que por si só justifica sua presença no contexto da educação de um modo geral, e na educação infantil , particularmente.
A linguagem musical é excelente meio para o desenvolvimento da expressão, equilíbrio, da auto estima e autoconhecimento, além de poderoso meio de integração social.

6)MOVIMENTO

O movimento é uma importante dimensão do desenvolvimento e da cultura humana. As crianças se movimentam desde que nascem, adquirindo cada vez mais controle sobre o seu próprio corpo e se apropriando cada vez mais das possibilidades de interação com o mundo. Engatinham, caminham, manuseiam objetos, correm saltam, brincam sozinhas ou em grupo, com objetos ou brinquedos, experimentando sempre novas maneiras de utilizar seu corpo e seu movimento.
Ao movimenta-se, as crianças expressam sentimentos, emoções e pensamentos, ampliando as possibilidades do uso significativo de gestos e posturas corporais. O movimento humano, portanto, é mais do que o simples deslocamento do corpo no espaço: constitui-se em uma linguagem que permite às crianças agirem sobre o meio físico e atuarem sobre o ambiente humano, mobilizando as pessoas por meio de seu teor expressivo.
A maneira de andar, correr, arremessar, saltar, resultam das interações sociais e da relação dos homens com o meio; são movimentos cujos significados tem sido construídos em função das diferentes necessidades, interesses e possibilidades corporais humanas presentes nas diferentes culturas em diversas épocas da história.
Esses movimentos incorporam-se aos comportamentos dos homens, constituindo-se assim numa cultura corporal. Dessa forma, diferentes manifestações dessa linguagem foram surgindo, como a dança, o jogo, as brincadeiras, as práticas esportivas, etc., nas quais se faz uso de diferentes gestos, posturas e expressões corporais com intencionalidade.
Ao brincar, jogar, imitar e criar ritmos e movimentos, as crianças também se apropriam do repertório da cultura corporal na qual estão inseridas.
O trabalho com movimento contempla a multiplicidade de funções e manifestações do ato motor, propiciando um amplo desenvolvimento de aspectos específicos da motricidade das crianças abrangendo uma reflexão acerca das posturas corporais implicadas nas atividades cotidianas, bem como as atividades voltadas para a ampliação da cultura corporal de cada criança.

7)EDUCAÇÃO CRISTÂ

Aqui têm - se como objetivo trabalhar a educação social como um todo. Salientar a importância do respeito na família , na escola ,ou em qualquer lugar que esteja principalmente na natureza, considerando seus ambientes físicos e biológicos e os modos de interação do homem na natureza por meio da arte , trabalho, ciência e da tecnologia. Não se aborda os ensinamentos de uma religião e sim a natureza como um presente de Deus.

A AVALIAÇÃO

Propõe –se aqui uma avaliação formativa e processual, que deve acontecer de maneira contínua, por meio da observação e registro diário ou semanal sobre as experiências, as reações, os avanços de cada aluno.
Entende-se por avaliação , o conjunto de ações que auxiliam o educador a refletir sobre as condições de aprendizagem oferecidas e ajustar sua prática às necessidades de cada criança. Avalia-se para redimensionar a prática educativa, para tomar medidas, planejar novas atividades para auxiliar no crescimento de todo o grupo. O educador avalia o aluno e se avalia também buscando aprimorar sua práticas e solucionar os desafios encontrados.



Pedagoga Luziane Nonato Pereira
Especializando em Ed. Infantil e Séries Iniciais


Referências Bibliográfica
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Referenciais Curriculares Nacionais. Brasília,1997
PERRENOUD,P.As competências para ensinar no século XXI. Porto Alegre: Artmed.2002.

INED, Educação Infantil , Manual do Professor. Belo Horizonte, 2004.

NOVA ESCOLA, Fundação Vitor Civita. São Paulo : Editora Abril.

QUARTA-FEIRA, 28 DE JULHO DE 2010


Sugestões de Parecer Descritivo
"Educar é semear com sabedoria e colher com paciência."
"Pais Brilhantes, Professores Fascinantes" - Augusto Cury


Os Pareceres descritivos poderão seguir as sugestões :
A partir de observação os seggintes critérios:
A avaliação deve ser sempre enfatizar os avanços e não apenas os fracassos. Registrar o que o aluno conseguiu e em que progrediu;
* Valorizar e registrar o desenvolvimento sócio-afetivo como: participação, solidariedade, posicionamento, sentimentos;
* É preciso registrar a participação do aluno nos projetos desenvolvidos no bimestre;
* Deve-se proceder relação com o registro anterior;
* Diversificar a redação de um aluno para o outro, buscando se fiel em suas colocações.

Sugestões para iniciar relatórios

* Com base nos objetivos trabalhados no bimestre, foi possível observar que o aluno...
* Observando diariamente o desempenho do aluno, foi constatado que neste bimestre...
* A partir das atividades apresentadas, o aluno demonstrou habilidades em...
* Com base na observação diária, foi possível constatar que o aluno...


Desenvolvimento cognitivo

* O aluno demonstra um ótimo aproveitamento na aquisição da leitura e escrita.
* O aluno apresenta bom desenvolvimento no processo de aquisição da leitura e da escrita.
* O aluno está desenvolvendo-se gradualmente no processo de aprendizagem da leitura e da escrita.
* Encontra-se em desenvolvimento no processo de aprendizagem da leitura e da escrita.
* Tem um bom desenvolvimento cognitivo, mas apresenta dificuldades na leitura, contudo com a realização da recuperação paralela tem apresentado avanços importantes.
* Lê com fluência qualquer tipo de texto, fazendo conexões com a realidade.
* Lê e interpreta os textos trabalhados em aula sem maiores dificuldades.
*Lê com alguma dificuldade, mas demonstra interesse e esforça-se em aprender.
* Escreve, ordena e amplia frases, formando textos coerentes e lógicos.
* Produz frases e pequenos textos com criatividade e entendimento.
* Constrói o conceito lógico-matemático, realizando cálculos com as quatro operações matemáticas.
* O aluno tem especial interesse nas atividades matemáticas.
* Realiza cálculos simples de adição e subtração.
* Realiza cálculos com auxilio de material concreto.
* É curioso, questiona e busca informações.
* Traz para a classe informações de fontes diversas como: radio, tv, jornais e etc.
* Compreende as relações existentes entre os elementos do meio ambiente.
* Compreende a importância da preservação do meio ambiente para o futuro do nosso planeta.
* Adota hábitos de cuidados com o corpo e com o ambiente.
* Nas atividades orais demonstra desenvoltura ...( ou inibição)
* Ocasionalmente troca letras
* Constrói frases criativas e elabora pequenos textos com linguagem e ilustrações significativas;
* Expressa o que pensa relatando, argumentando, avaliando, relacionando, ordenando, generalizando, concluindo...;
* Expressa a escrita representando idéias através de rabiscos, pseudo letras e outros símbolos
* Lê com fluência vários tipos de textos interpretando-os;
* Produz textos escritos com clareza, coerência e coesão;
* Identifica e escreve seu nome completo;
* Observa, descreve, analisa e sintetiza gravuras, reportagens e textos;
* Apresenta dificuldades ortográficas
* Identifica e escreve seu nome completo
* Ainda não faz relação entre o que fala e escreve

Participação- convívio social

*Participa com interesse e produtividade.
*Boa participação nas atividades realizadas em sala.
*Participação tímida nas atividades em sala, embora tenha bom relacionamento com os colegas em classe.
*Demonstra atitudes críticas diante de acontecimentos conflitantes.
*É criativo e comunicativo.
*Coopera com colegas e professora.
*O aluno demonstra interesse nas atividades propostas embora não tenha autonomia para realizá-las sem o apoio da professora.
*Ouve, reproduz e transmite textos oralmente como histórias, recados, noticias entre outros.
*Demonstra curiosidade em relação aos assuntos estudados.
*É cuidadoso e rápido na execução das atividades desenvolvidas.
*Aceita sugestões da professora e dos colegas.
*Manifesta suas opiniões com clareza e objetividade.
*Contribui para a integração e o crescimento do grupo;
*Demonstra inquietude e geralmente se envolve em questões referentes aos colegas;
* Ainda não aceita as regras convencionadas pelo grupo;
* Colabora na construção de regras;
* Interage com o grupo, ouvindo, respeitando e se posicionando;
* Tem um bom relacionamento com os colegas e mostra-se sempre pronto em ajudar;

*Todas as maravilhas que você precisa estão dentro de você.
(Sir Thomas Browne)
* Reconhece as relações entre fala e escrita;
* Explora várias formas de linguagens e diferentes tipos de suporte textual para ampliação de informações;
* Ouve historias e comentários valorizando impressões afetivas;
* Lê e escreve textos desenvolvendo a compreensão do sistema alfabético, utilizando a escrita de acordo com as concepções e hipóteses que possui no momento;
* Produz textos individuais e coletivamente, utilizando gestos, desenhos, sons movimentos e palavras;
* Distingue a língua escrita da língua oral;
* Demonstra compreensão do sistema alfabético;
* Lê silabicamente palavras, formadas por grupo de silabas compostas por vogal e consoante;
* Produz frases com lógica;
* Produz pequenos textos sem preocupação ortográfica;
* Distingue letras na linguagem oral e escrita;
* Encontra-se na fase pré-silabica, começando a diferenciar letras de números, desenhos ou símbolos.
* Percebe que as letras são para escrever porem ainda não sabe como isso se processa

PARECER DESCRITIVO

1. ÁREA SÓCIO-AFETIVA

Comentar sobre o período de adaptação: Com quem ficou no primeiro dia? Como ficou? Como evoluiu? Mostra dependências? Usa apoio de objetos? Toma mamadeira, chupa bico?

Relacionamento: com a professora, colegas e funcionários. Participa de atividades propostas pelo professor?

Funcionamento no grupo: É aceita? Rejeitada? Isola-se? Lidera? É agressiva? Demonstra preferência por colegas? Coopera com o grupo? É capaz de ouvir os outros? Tem cacoetes?

Tolerância às frustrações: perder e ganhar, acertar e errar.

Controle esfincteriano resolvido?

Brinquedo: com o que prefere brincar na sala e no pato? Como brinca (sozinho, com o grupo em pequenos grupos, com companheiro)?

Autonomia: Está organizado na rotina? Aceita regras, cumpre combinações? Espera a decisão dos outros para tomar a sua? Tem condições de escolher e recusar-se ao que não quer? Envolve-se em conflitos? Como os resolve? Encontra suas próprias respostas? Explica seus pensamentos?

2. ÁREA PSICOMOTORA

Esquema corporal: domínio e conhecimento de seu corpo, imagem corporal. Lateralidade.

Motricidade ampla: ritmo de ação - rápido, lento, acompanha o grupo, não consegue parar, precisa de estimulação, tem freio inibitório. Desempenho com bolas, cordas, rodas cantadas, movimentos.

Coordenação motora: rola sobre o corpo, engatinha, vira cambalhota, sobe e desce escadas, pula.

Motricidade fina/visomotricidade: coordenação - abotoa, dá nós, faz laços. Preensão do lápis. Colore dentro de limites. Enfia contas, amassa papeis. Modelar, rasgar, amassar, picar, alinhavar, recortar. Manusear talheres. Acerta alvos, copia figuras.

3. ÁREA COGNITIVA

a) Desenvolvimento da linguagem compreensiva e expressiva:
Comunica-se com clareza, expressando de modo organizado seu pensamento? Tem vocabulário adequado à idade? Compreende comunicações verbais? Quando fala, gagueja ou troca letras? Quando relata fatos, fala muito rápido, muito devagar? Relata em seqüência? Relata sempre os mesmos fatos, coisas imaginárias? Assopra balão, velas e assovia? É expressivo ao falar? Manifesta suas emoções?

b) Construção da representação:
1. Gráfica: descrever o desenho da criança, caracterizando a etapa em que se encontra (garatuja, garatuja ordenada, representação completa ou incompleta da figura humana, etc).
2. Escrita:
Mostra interesse por escrita? Observa livros? Representa letras e números? Escreve seu nome? Identifica nomes de colegas escritos? Em que etapa da alfabetização se encontra (pré-silábica, silábica, silábica-alfabética, alfabética)?

c) Expressão através de artes plásticas, danças e dramatização:
É mais expressivo em alguma dessas formas? É criativa? Apresenta soluções originais? Usa recursos variados? É inibida? Prefere papéis sem destaque? Brinca de faz de conta?

d) Desenvolvimento perceptivo:
Visão, audição, tato, olfato e paladar.

e) Atenção:
Condições de atenção e concentração em brincadeiras e atividades, condições de perseverar na tarefa.

f) Memória:
Condições de memorização de canções, versos e brincadeiras.
Observações sobre memória visual e auditiva.

g) Experiências lógico-matemáticas:
Noções de espaço-tempo, conservação de quantidades, de seriação e classificação.
Identifica propriedades, atributos de cor, forma, etc.
Encontra soluções para resoluções de problemas?
Reconhece numerais?
Relaciona número e quantidade?

- OUTRAS OBSERVAÇÕES, COMO BRINCADEIRAS PREFERIDAS, DESEMPENHO NAS AULAS EXTRAS, ETC.

Livrão de EVA - "A Criação"



Aula de Educação Religiosa

Iniciei a atividade fazendo uso da caixa surpresa com diversos objetos representando as criações de Deus. Depois contei a história da criação usando o livro, cada página mostrando os 6 dias da criação.

A Bíblia conta que no princípio tudo era só escuridão, até que Deus disse: "Haja Luz" (Lavante a parte preta) E apareceu a luz. Isso foi no 1º dia.

Depois Deus separou as águas do firmamento. Isso foi no 2º dia.


Deus mandou que houvesse terra, e nessa terra colocou plantas, árvores, flores, frutos... Isto foi no 3º dia.
Chegou o 4º dia Deus colocou no céu a lua e as estrelas para clarear a noite e ... (levante o EVA) ... o sol para brilhar durante o dia.
Para que o mundo ficasse ainda melhor, no 5º dia Deu fez pássaros de todos os tamanhos e cores para voarem pelo céu. Fez também peixes e outros animais que vivem nos rios e mares.

Estava tão bonito! Mas faltava os animais ... e Deus o criador de todas as coisas fez tudo isso no 6º dia.
E então veio a grande surpresa: O homem e a mulher. O primeiro homem que Deus criou chamou-se Adão e a mulher Eva.
No 7º dia, Deus foi descansar.

DOMINGO, 18 DE JULHO DE 2010


Projeto: Literatura Infantil.

Tema: No Mundo da Imaginação.

Duração: 05 a 16 de abril de 2010.

Justificativa: A literatura infantil é um caminho que leva a criança a desenvolver a imaginação, emoções e sentimentos de forma prazerosa e significativa. É importante para a formação de qualquer criança ouvir muitas e muitas histórias, pois é através dos livros e contos infantis que a criança enfoca a importância de ouvir, contar e recontar histórias. Segundo Fanny Abramovich “... Escutá-las é o início da aprendizagem para ser um leitor, e ser leitor é ter um caminho absolutamente infinito de descoberta e de compreensão do mundo...”.
Incentivar a formação do hábito de leitura na idade em que todos os hábitos se formam, isto é, na infância, é muito importante. Neste sentido a literatura infantil é uma peça fundamental para este desenvolvimento.

Objetivo geral: Levar o aluno ao mundo da imaginação e ao mesmo tempo a descobrirem o maravilhoso universo da literatura infantil.

Objetivos específicos:
• Reconhecer algumas Histórias infantis;
• Utilizar a técnica de dramatizar e fazer recontos;
• Oportunizar a criatividade, imaginação, humor, ilusionismo;
• Desenvolver o hábito de ouvir com atenção;
• Enriquecer e ampliar o vocabulário;
• Intervir, posicionar, julgar e modificar historinhas e contos;
• Desenvolver o pensamento lógico e a rapidez de raciocínio;
• Permitir a livre expressão;
• Promover e estimular a linguagem oral;
• Desenvolver atenção e coordenação motora fina e ampla;
• Relacionar os números com a quantidade;
• Desenvolver e estimular a expressão corporal;
• Cuidar e valorizar os livros;
• Estimular o gosto pela leitura.

Conteúdos:
• Data comemorativa: Dia nacional do livro infantil;
• Motricidade fina e ampla;
• Expressão corporal;
• Artes plásticas: pintura, modelagem, recorte e colagem com material diverso, desenho livre e dirigido;
• Historinhas (OS TRÊS PORQUINHOS, CHAPÉUZINHO VERMELHO, SITIO DO PICAPAU AMARELO);
• Criatividade e dramatização;
• Música e ritmo;
• Noção e visualização de quantidades - do número 1 ao número 3;
• Seriação, conjuntos.

Metodologia:
• Conversa informal diálogo e questionamento oral através das historinhas, cartaz, figuras e relatos sobre o assunto;
• Músicas dramatizadas relacionada às historinhas;
• História em seqüência;
• Quebra cabeça e jogos;
• Historinhas infantis;
• Dramatização das historinhas (teatrinho);
• Sessão historiada;
• Biblioteca na sala;
• Visita a biblioteca da E.M.E.F. FRANCISCO MENDES;
• Fantoches e dedoches;
• Maquete da história dos Três Porquinhos;
• Máscaras do lobo mau;
• Capas da Chapeuzinho Vermelho;
• Vídeos: OS TRÊS PORQUINHOS; CHAPEUZINHO VERMELHO; DEU A LOCA NO CHAPEUZINHO VERMELHO;
• Bonecos móveis do Sítio do Pica-pau Amarelo – Emília e Visconde Sabugosa;
• Bonecos – Visconde e Emília com palitos de picolé.

Culminância: Apresentação de uma das historinhas e amostra dos trabalhos confeccionados pelos alunos.

Avaliação: Avaliação será contínua, através da observação diária das crianças no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora

SÁBADO, 10 DE JULHO DE 2010


ROTINA NA AULA SOCIOCONSTRUTIVISTA

ROTINA NA AULA SOCIOCONSTRUTIVISTA

1. Leitura compartilhada - O professor lê todos os dias para os alunos, vários tipos de textos como: notícias, contos, poesias, histórias, fábulas, etc.
Lê por prazer, sem cobrar atividades nenhuma após esta leitura.
Objetivos: Professor enquanto modelo de leitor. Desenvolver no aluno o prazer pela leitura.

2. Roda de conversa - Professor e alunos conversam sobre assuntos variados.
Objetivos: Desenvolver no aluno a competência/oralidade. Falar o que pensa em grupos diversos, ouvir e respeitar as falas e pensamento de outras pessoas, dialogando, trocando, sendo crítico, etc.
Pode-se propor ao final o registro num texto coletivo do assunto debatido. O texto deve ser curto ( de preferência um parágrafo).
Sugestão: Criar caixas na sala com temas variados e neste momento, um destes temas, uma notícia, por exemplo, é sorteada.

3. Agenda - Atividade de cópia de texto com função social na língua (letramento)
Objetivos: Desenvolver técnicas de escrita (escrever da esquerda para a direita na linha, com capricho, etc.), além de registro diário das atividades realizadas durante a aula para acompanhamento dos pais.

4. Atividades de leitura - Esta atividade e imprescindível para a alfabetização. Todos os dias os alunos deverão desenvolvê-la. Lembre-se o bom escritor é antes um bom leitor. Deve ser realizada preferencialmente com textos que já sejam do domínio dos alunos que ainda não sabem ler convencionalmente.
Objetivos: Ler quando ainda não sabe ler (convencionalmente). Ajustar o falado ao escrito. Desenvolver a leitura.
Atividades de leitura: Leitura de ajuste, localizar palavras no texto (iniciar com substantivos) Ordenação de textos (frases, palavras), palavras cruzadas, caça. - palavras, adivinhas, localização de palavras nos textos, roda de leitura, roda de poesia, empréstimo de livros, projetos de leitura, etc.
É fundamental que intervenções tais como o trabalho com a letra inicial e final das palavras sejam feitas constantemente.

5. Atividades de escrita - Só se aprende ler, lendo e só se aprende a escrever, escrevendo. Copia é uma coisa, produção de escrita é outra. Na atividade de escrita, a criança escreve do jeito que ela sabe (hipótese de escrita) e o professor faz intervenções necessárias em relação à escrita, direto com o aluno.
Objetivos: Avançar na reflexão da Língua. Resolver a letra a ser usada (qualidade de letra), quantas letras usar (quantidade de letras), escrever textos com sentido (inicio, meio e fim), revisar ortografia e gramática, etc.
Atividades de escrita: Propor atividades de escrita com o alfabeto móvel completar textos (lacunas no início ou no final da frase), produção escrita de textos individuais e coletivos (listas, histórias, contos, etc.), reescrita de texto que se sabe de cor, revisão de textos, palavras cruzadas (sem banco de palavras), etc.

6. Atividade móvel - Este espaço é para que cada professor trabalhe de acordo com sua turma, jogos matemáticos, sala de leitura; Ciências, Estudos Sociais, Recreação e Artes.
É importante lembrar que nosso dia-a-dia escola, devemos estar desenvolvendo atividades de caráter interdisciplinar e transdisciplinar.

7. Atividade de casa - A atividade de casa é alvo de dúvidas e críticas por parte dos pais e dos professores (ou porque não tem "dever de casa" ou porque tem “dever de casa” demais ou porque “os alunos não fazem o dever”, etc.). O ideal é que a atividade de casa, planejada com antecedência, seja um desafio interessante, difícil, mas possível, que o aluno possa resolver sozinho.
Objetivo: Criar o hábito de estudar fora da escola, desenvolver a autonomia e a auto-aprendizagem.
Atividades de casa - Cruzadinha, caça-palavras, empréstimo de livros (6◦ feira trazer na 2◦ feira), leitura de textos e posterior ilustração, coletar rótulos, ler algo interessante e trazer para sala de aula, coletar materiais de sucata, observar fenômenos da natureza para posterior relato, pesquisas orais e escritas, etc.

DOMINGO, 16 DE MAIO DE 2010


Brincadeiras e Jogos

Jogos de Quadra

Atividades pré - desportivas ou lúdicas, que são de grande utilidade com crianças da faixa etária entre 07 a 12 anos.

1. Gato e rato
As crianças estarão espalhadas pelo espaço na posição sentada. Haverá um pegador (gato) e um fugitivo (rato). Ao sinal de início do monitor, o rato deve fugir e o gato procurar pegá-lo. O rato pode quando desejar tocar a cabeça de qualquer um que estiver sentado e este será o novo RATO e a criança que era o rato agora se senta. No decorrer da brincadeira aumentar o número de gatos e ratos gradativamente.
Uma variação desta brincadeira é fazer com que a criança (sentada) que for tocada na cabeça, transforme-se em um novo GATO e não um novo rato, como descrito anteriormente. Conseqüentemente o "antigo" GATO se transforma em RATO.

2. Fugi-Fugi
Existe um pegador, que ficará no centro da quadra. Os fugitivos ficam todos de um lado da quadra e terão que atravessá-la, fugindo do pegador.Mas só poderão atravessar quando o pegador gritar "PEGA - PEGA", e os fugitivos responderem "FUGI - FUGI". Após responderem, devem atravessar a quadra sem serem pegos. Quem for pego ficará parado no lugar (como um obstáculo), mas tornar-se-á também um pegador, embora não possa se locomover.
Repete-se todo o procedimento para continuar a atividade.

3. Pacman
Pega-pega na quadra, porém só é permitido andar por cima das linhas da quadra. O "pacman" (pegador) também deverá andar apenas pelas linhas.
Quem for pego, deverá sentar no local exato onde foi pego e servirá de obstáculo para quem está fugindo, mas NÃO para o "pacman", ou seja, o pegador pode pular as pessoas que foram pegas por ele e estão sentadas no chão, mas os fugitivos não podem pular esses obstáculos. Quem for o último que a ser pego será o vencedor.
Existem algumas variações para esse jogo. São alguns exemplos de variações: colocar 2 "pacmans", os fugitivos não podem cruzar o caminho uns dos outros fugitivos quando se encontrarem de frente, entre outras variações.
4. Gruda Aranha
Um pegador (aranha) no centro de um círculo formado pelos outros fugitivos (mosquinhas). Ao sinal do monitor que gritará "GRUDA ARANHA", as moscas devem fugir até um local pré-determinado e a aranha deve tentar pegá-las. As moscas que forem pegas transformar-se-ão em aranhas também (pegadores). É considerada a "mosquinha" campeã, a ultima a ser pega.


5. 20 passes
Duas equipes espalhadas pelo espaço tendo o objetivo de realizar 20 passes entre seus integrantes sem que ocorra a interceptação da equipe adversária. A cada toque dado a equipe que tem a posse da bola deve contar em voz alta o número de toques efetuados. Se a bola é roubada pela outra equipe, zera-se a contagem.
Material: bola.

6. Cara e Careta

Duas equipes, uma cara e a outra careta. Cada uma posicionada em cima das duas linhas de 3m da quadra de vôlei, uma de frente para a outra. Quando o monitor gritar "CARA", a equipe CARA deve correr e pegar os integrantes da equipe CARETA, eliminando-os. Quando o monitor gritar "CARETA", a equipe CARETA deve correr atraz da equipe CARA, para pegá-los.
Existe um limite ao final de cada lado da quadra onde a equipe que está pegando, não pode ultrapassar, e caso isso aconteça, quem ultrapassou é considerado pego também.
Quem for pego, senta do lado correspondente ao da sua equipe, e aguarda torcendo para que seu time vença.
Vence a equipe que eliminar todos os integrantes da equipe adversária.

7. Carimba Ameba
Jogo individual como uma queimada. Existe uma bola e os jogadores se espalham pela quadra. Quem está com a bola, não pode andar, tendo o objetivo de queimar os outros; ao ser queimada, a pessoa (ameba) deve sentar no lugar, tendo ainda a chance de levantar novamente, tocando alguém que ainda esteja de pé - gritando "AMEBA" (a pessoa que estava de pé senta-se e a que a tocou, levanta-se) ou pegando uma bola que acabe vindo na sua direção. Segue a brincadeira e pode-se acrescentar - no decorrer do tempo - o número maior de bolas, deixando o jogo mais divertido.
Material: Bola(s).


8. Vôlei-Pega
Regras e divisões do desporto voleibol (com exceção do número de participantes de cada equipe, sendo que quanto mais jogadores melhor). Utiliza-se uma bola maior e mais leve, para o jogo ficar um pouco mais lento e divertido.
O diferencial, que por sua vez dá nome ao jogo é que: o time q marca ponto, deverá pegar o time adversário, e esse deverá fugir até o final de sua quadra. (sempre utilizando apenas a quadra de voleibol).
Atenção: caso o time "A" erre um saque, é ponto do time "B", portanto, "B" tem que pegar "A" .
A marcação dos pontos se da seguinte maneira:
O time "A" errou.
Ponto para o time "B", que conseguiu pegar 2 (duas) pessoas do time "A".
TOTAL de pontos: 3 (três) para o time "B" X 0 (zero) para o time "A".
Soma-se aos pontos do jogo, o número de pessoas que foram pegas.
Material: Bola(s).


9. Númerobol
Crianças sentadas paralelamente às linhas laterais da quadra formando uma fileira, divididas em 2 equipes de número de integrantes igual. Cada criança será numerada, na ordem da fileira, de "1" até "10" por exemplo. O mesmo para a outra equipe.
No centro haverá uma bola e ao sinal do monitor, que gritará um número, por exemplo "7", as duas crianças - uma de cada equipe - que corresponderem ao número falado, devem sair da fileira e ambas tentarão marcar um gol ou fazer uma cesta, etc. E assim por diante.
Pode-se utilizar também panos e as crianças, com cabinhos de vassoura, devem tentar marcar um "gol" por entre as pernas de uma cadeira, por exemplo.
Material: Bolas.


10. Alerta
Cada criança será uma fruta, animal, número... E o monitor terá uma bola nas mãos. Os participantes formam uma roda e quando o monitor, gritando o nome de uma fruta, por exemplo, jogar a bola para cima, as crianças devem tentar ficar o mais distante possível da criança que "tinha o nome da fruta", que será a única que não correrá e pegará a bola, gritando "ALERTA" (assim, nenhuma criança pode mais se mover). Ela terá então o direito de dar 3 passos para tentar se aproximar de alguém e queimá-lo com a bola.
Material: bola


11. Caçadores de ursos

Divisão por duas equipes de número igual de integrantes. Queimada onde há um espaço em círculo no centro onde ficam os ursos. Os caçadores ficarão do lado de fora do círculo, tendo em mãos algumas "bolas". Num determinado tempo (pré-estabelecido pelo monitor) os caçadores terão que acertar todos os ursos, se o fizerem vencerão. Caso sobre apenas um urso, estes serão os vencedores.
Material: bolas.


12. Sabonetobol
Duas equipes e dois baldes com água até a metade. Um em cada extremidade do campo. Somente a pessoa que está com o sabonete não pode andar. Objetivo é colocar o sabonete dentro do balde adversário. Algumas regras básicas são: não é permitido agarrar e dar rasteiras.
Material: 2 baldes com água e sabonetes.


13. Corrida Pô

Divisão por duas equipes, posicionadas em colunas e em lados opostos da quadra (pontos "A" e "B"). O campo de jogo é delimitado por uma linha, por exemplo:
Ao sinal de início, o primeiro de cada equipe deve correr sobre a linha na direção do adversário até que ambos se encontrem frente-a-frente. Uma rápida partida de "Jó-quei-pô" é disputada. O perdedor volta para trás de sua fila e o vencedor continua correndo sobre a linha, na direção da outra equipe, até encontrar o segundo integrante adversário (que também virá correndo na sua direção) para, novamente, disputar mais uma partida. Quando um integrante (da equipe "a", por exemplo) chegar até o ponto "b", este marcará um ponto para sua equipe. Pode-se variar e enriquecer o percurso da corrida, com obstáculos, curvas etc.
Material: giz ou fita adesiva.


14. Corre que a bola é sua!

Divisão por duas equipes (em colunas). A primeira pessoa da fila (equipe A) deve chutar a bola e dar o maior número de voltas possíveis ao redor de sua própria equipe, enquanto a equipe adversária (B) corre na direção da bola. Quando a equipe adversária (B) formar a fila novamente na frente da bola (sendo que esta já esteja parada!) encerra-se a contagem de voltas. A primeira pessoa da equipe (B), que correu atrás da bola num primeiro momento, agora, deverá chutá-la, invertendo os papéis das equipes. Quem chuta vai para o final da própria coluna e ao final de um determinado tempo (ou depois de todos terem chutado a bola), soma-se o número de voltas de todos os integrantes e vence a equipe que, logicamente, tiver mais voltas completadas. Uma variação, que deixa a atividade mais dinâmica, é fazer com que a primeira pessoa da equipe de "defesa", após o chute do adversário, AGARRE a bola o mais rápido possível. E não fique ESPERANDO que a bola, simplesmente, pare.
Material: bola.


15. Artilharia
Divisão por duas equipes, em campos diferentes, que possuem objetivos em comum: proteger seu tripé (bandeira) e derrubar o do adversário.
Para cada criança, existirão duas bolas de borracha (pequenas), porém, não é permitido TOCAR em outra bola estando com OUTRA na mão. Os jogadores só podem ser queimados quando invadem o campo do adversário (atacantes não podem queimar jogadores da defesa, que estejam em seu próprio campo). Quando queimado, o jogador deixa sua bola e o jogo naquela rodada. A equipe que conseguir derrubar o tripé adversário primeiro marca um ponto. Os jogadores de defesa não podem invadir a área de ataque (círculo que está dentro de seu próprio campo). ATENÇÃO: a estratégia, neste jogo, faz a diferença entre a vitória e a derrota. Ataques individuais, em muitos casos, não representam ameaça ao time adversário, pois o atacante será queimado facilmente. Ataques em duplas, trios ou até mesmo de quase toda a equipe, ao mesmo tempo, são mais eficazes. Um defensor contra dois atacantes é, praticamente, um ponto no placar! Esta atividade fica muito mais dinâmica e divertida quando os jogadores arriscam e se expõem mais ao ataque. Variação: ao invés de bolas, pode-se utilizar bexigas com água.
Material: bolas pequenas de borracha, tripés de madeira.


16. Quem pega a bola carimba
Formação em dois grupos, sentados ao fundo da área de jogo, em lados opostos. O professor vai ao centro da área de jogo, de posse da bola, e lança-a para o alto. Os alunos levantam-se e correm em direção à bola, tentando pegá-la. Caso tenha êxito, sua equipe terá trinta segundos para carimbar (queimar) o grupo adversário, usando passes e arremessos. Ao final do tempo, o professor conta o número de "carimbos", construindo, a partir daí, o placar do jogo.
Material: bola (s).


17. Bombardeio
Grupo livre pela área de jogo. Solicitar dois alunos (bombardeios) que tentarão queimar os demais, quem for atingido transforma-se em bombardeio. Utilizar trocas de passes e arremessos.
Material: bola (s).


18. Quem é vivo corre

Os alunos serão organizados em trios e numerados em 1, 2 e 3. Espalhando-se pelo espaço. Ao sinal de início do professor, que gritará um número (1, 2 ou 3) o correspondente de cada trio deve tentar pegar os outros dois. Outras variações são: que o número dito pelo professor seja o fugitivo e os dois outros pegadores ou, num segundo momento, quando o professor gritar um número, todos correspondentes serão pegadores de todos os demais.
Material: Nenhum.


19. Bruxinho ou Bruxinha
Formação em um "grupão". Localizar todo o grupo no fundo da área de jogo. Solicitar dois alunos para serem denominados de bruxinho e bruxinha (pegadores) que deverão estar nas laterais da linha de centro do campo de jogo (por exemplo, numa quadra de futebol, na linha do meio de quadra), em lados opostos (nas LATERAIS). Ao sinal de início do professor, todos devem trocar de lado na quadra, sem serem pegos pela bruxinha e pelo bruxinho (que neste momento poderão invadir o campo, quadra!). Quem for pego senta no lado correspondente ao seu pegador (bruxinho ou bruxinha). Depois de todos serem pegos, o professor faz uma contagem para ver o vencedor. Os dois últimos a serem pegos serão os novos "bruxinho" e "bruxinha".
Material: Nenhum.

Atividades Para Crianças até 4 anos...

ATIVIDADES PARA BERÇÁRIOS

Sugestões de atividades e estímulos para o berçário

"O adulto precisa apresentar o mundo"
. Chocalho com garrafa peti, copo de iogurte, yakut...
. Saquinhos de cheiro feito com tnt algodão e vários aromas.
. Bolinhas de cheirinho feito com meia calça
. Caixa supresa, encapada e com um buraco para caber a mãozinha do bebê.
. Tampas de Nescau com figuras.
. Cds com figuras, furado e usado como móbile.
. Abrir uma caixa de papelão e fazer uma casa, ou um carro.
. Janelinhas das sensações.
. Cd com cantigas com voz de criança, músicas clássicas.
. Sagu com anelina dentro de peti, pode usar também gliter, lantejoula...
. Varal das sensações.
. Cestos dos tesouros.
. Pendulo com bola e elástico colado no teto.
. Soprar ( canudo grosso), fazer bolhas ensinar a criança a respirar pelo nariz( variar com gelatina colorida).

Esconde-Esconde (para bebês)
Cadê o ursinho? Ele sumiu, mas não é para sempre.
_ IDADE A partir de 6 meses.
_ O QUE DESENVOLVE Noção de que as pessoas e os objetos continuam existindo mesmo quando saem do campo de visão.
_ COMO BRINCAR Se esconda atrás de uma porta ou de algum objeto grande e chame o bebê, fazendo com que ele procure você. Apareça novamente. Cubra a sua cabeça com um pano e chame a criança pelo nome. Depois de alguns segundos, retire o pano. Esconda um objeto que o bebê goste, como um ursinho, e pergunte: "Cadê o ursinho? Onde ele está?" Incentive a criança a procurá-lo. Depois, mostre o objeto. Essa atividade ajuda a criança a compreender a ausência dos pais quando eles saem, por exemplo, para trabalhar.

Encaixes (para bebês)
Uma caixa dentro da outra e o bebê aprende o que é grande, pequeno, leve e pesado.
_ IDADE A partir de 6 meses.
_ O QUE DESENVOLVE Noção de tamanho e de peso.
_ BRINQUEDO Caixas de papelão e potes plásticos de vários tamanhos e formatos.
_ COMO BRINCAR Coloque um pote dentro do outro, mostrando que o menor cabe dentro do maior. Vire os potinhos de ponta-cabeça e coloque um sobre o outro até formar uma torre. Deixe a criança brincar à vontade com os potes e colocar as mãozinhas dentro deles. Quando ela pegar um pote sozinha ou dois deles (um dentro do outro), vai perceber a diferença de peso.
Você pode fazer: Monte cubos de diferentes tamanhos com caixas de leite. Recorte o papelão e emende as laterais com fita crepe. Depois, pinte.

Cores (para bebês)
Blocos de espuma azuis e vermelhos... Um em cima do outro e, de repente, todos no chão!
_ IDADE A partir de 3 meses.
_ O QUE DESENVOLVE Coordenação motora e a visão, que começa a ficar mais nítida a partir do terceiro mês.
_ BRINQUEDO Blocos coloridos de espuma.
_ COMO BRINCAR Movimente os blocos, coloque uns sobre os outros.
Deixe a criança segurá-los e derrubá-los.
_ ESTE VOCÊ FAZ Corte o fundo de duas garrafas PET transparentes e coloque papel crepom picado, de diferentes cores e tamanhos, dentro desses recipientes.
Junte um ao outro com fita adesiva. Também é possível usar água, óleo e purpurina. Utilize vasilhames de diferentes tamanhos para que o bebê perceba que sua mão envolve o objeto de várias maneiras.


ATIVIDADES COM CRIANÇAS DE 2 a 3 ANOS

As crianças de 2 anos são muito alegres e quando possuem um lápis e um papel se divertem bastante.Nesta idade, porém os lápis devem ser estreitos.
Em torno de 3 anos as crianças podem também apontar os lápis. Mas tome cuidado na hora de comprar os lápis e giz, de forma que não contenham elementos danosos para a saude. As crianças gostam de desenhar e pintar, como tambem mostrar suas criações para pais e conhecidos.
As tintas de dedo são as preferidos das maiorezinhas. Com as mãos sobre o papel estao prontas para pintar com muita alegria. Papéis mais grossos são os indicados, como também maiores.
Gostam tambem de construir suas próprias casinhas. Feitas de caixa de papelão com portas e janelas de abrir e fechar. Os móveis também podem ser construídos com caixinhas. Elas mesmas podem pintá-las.

As crianças podem fazer colares de diversos materiais. Como modelar formas para pintá-las depois.

No segundo ano de vida podem também começar a cantar. Cantem juntos! Elas aprendem rapidamente.
De às crianças instrumentos musicais simples e fáceis de fazer manualmente. Esses podem ser uma tampa de panela, uma colher que proporciona ritmos como também os instrumentos ritmicos industrializados: xilofone, tambor, piano elétrico.


Desenvolvimento da fala

Com brinquedos simples o desenvolvimento das crianças pode ser estimulado. Pode-se sempre perguntar: “Onde está...?” com essa indagação feitas sobre diversos materiais e móveis existentes na sala, ou em um livro, você ajuda a elas a aprender o nome dos objetos de entorno e a conhecer o mundo à sua volta.
Sua

Ainda que a criança não compreenda o sentido da palavra ela apreende o sentido da língua, coisas e relações observando e vivenciando.

Quando a criança observar uma máquina de lavar roupas, por ex., você pode esclarecê-la como você faz para lavar roupa. Ponha o sabão em pó, mostre que fecha a tampa, que liga a máquina, que depois a máquina enche de água, que ela bate a roupa, enche-se de espuma, etc.
Quando a máquina parar de funcionar, mostre à ela que a roupa está úmida e limpinha, que você agora irá dependurá-la para secar.
Wenn Ihr Kind Sie beim Füllen der Waschmaschine beobachtet, können Sie ihm erklären, dass Sie jetzt Waschpulver dazugeben und dann fließt das Wasser aus dem Schlauch in die Maschine, die Trommel dreht sich, dann bildet sich Schaum und die Wäsche wird sauber. .(weißt du)


Como outra brincadeira , você pode apontar perguntar-lhe:- Aonde está seu nariz?
... Sua orelha... sua cabeça... seu braço... sua boca? E assim ela vai aprender brincando.


Nessa idade um bom brinquedo para a criança é um livro de capa e folhas duras. Ali elas podem folhear, sentir e você pode esclarece-las sobre cada figurinha que esteja ali.

Para que a linguagem se desenvolva converse com ela e deixe que ela tenha contato com outras crianças. Logo verá como falará mais e cada dia mais corretamente. Conte historinhas para elas. Gostarão de ouvir e pedirão que repita-as. Você verá que um dia elas já terã até mesmo decorado a estorinha e quando você a contar ela a irá complementar.

Um bichinho de pelúcia, pano, uma bola colorida ou briquedos de plático de montar. Mostre como devem fazer e elas o farão.




ATIVIDADES CRIATIVAS COM CRIANÇAS PEQUENINAS
até 4 anos

É muito importante, na primeira vez que que as crianças procurem trabalhar sozinhas, no entanto, sem que sejam forçadas a isso. Você, naturalmente precisa estar de olho nelas, pois gostam de por coisas na boca. Especialmente quando trabalharem com balões, algodão, jornais e peças pequeninas. Não espere uma super-produção ou que os trabalhos sejam perfeitos e com bom acabamento.
Ao praticarem atividades criativas, cada vez mais exercitando a coordenação motora, você verá que elas irão aprimorando suas técnicas e resultado final do que criarem.
A repetição de atividades é também muito importante para as crianças. O que para um adulto pode parecer repetitivo, para as crianças é sempre uma aventura e encontram novidades para experenciar.
Experimente, depois de duas semanas que apresentou determinada atividade, colocar à disposição das crianças o mesmo tipo de material que já aplicou anteriormente e verá quanto progresso elas demonstrarão realizar.

Uma idéia para crianças que engatinham
Se você sabe tricotar, faça uma luva, se não adquira uma e pregue nas extremidades de cada dedo um pequeno sininho! Você poderá também desenhar uma carinha nos dedos e se quiser mais costure lã que será o cabelinho das carinhas. Elas adorarão!

Aventuras para crianças pequeninas
Um túnel para as crianças engatinharem por dentro pode ser feito com papelões grandes, cartolinas, diferentes tipos de tapetes, diferentes tipos de travesseiros e bolas, bóias de soprar ou animaizinhos, balões, colchas e almofadados. Experimente você primeiro mostrar para elas como devem agir para brincarem e elas aprenderão rápido. Engatinhar embaixo do túnel, brincar com balões, construir torres com travesseiros, etc.
Para o início a utilização de materiais em abundâncias talvez seja exagerada. Comece talvez com alguns papelões e depois ofereça-lhes apenas balões, etc. Uma brincadeira de cada vez.

Crianças exercitando-se na salaPreste atenção com as brincadeiras das crianças, é sempre bom ter um colchão de ginástica ou uma colcha almofadada para que as crianças possam brincar e exercitarem-se ali.
Bacia ou piscina de plástico
Para cada grupo de crianças duas piscininhas de plástico seria o ideal. Você poderá enchê-la com balões de soprar (meio murchos para não estourarem), jornais (as crianças adoram rasgá-los), algodão (de boa qualidade- para sentarem-se em cima e sentirem a textura macia). Papéis manteiga fazem um barulho agradável de se ouvir, quando se é amassado. Observando-as sempre para que não engulam objetos indesejáveis.
No outono é possível encontrar materiais como: castanhas, folhas, que também podem estar nessa pequena piscina, para que as crianças entrem dentro e desenvolvam seus sentidos.
Quando o tempo estiver quente, pode-se colocar essa piscina fora e enchê-la de água. Ponha dentro potinhos vazios de iogurte, colheres de plátstico, baldinhos e deixe-as brincar ali. Observando-as sempre.
Música com materiais de casa.
Caixa de ovos, latas de bebida, colheres, pauzinhos ou hastes de madeira, etc. podem transformar-se em instrumentos musicais. Use a criatividade!
Enchendo objetos
Dê para as crianças diferentes latinhas, copos de iogurte vazios, papelões, garrafas de plástico, etc. Elas poderão encher esses objetos com areia, e no verão brincar fora ou também utilizando água. Comece você mesmo demonstrando como se pode construir uma torre, uma montanha, etc com areia, logo elas estarão fazendo o mesmo.
Conhecendo as formas
Recorte nas caixas de papelão (de produtos caseiros) ou caixas de sapato diferentes formas: círculo, triangulo, retangulo, etc.
Dê para as crianças cortiça, bloquinhos de madeira para montar, pedaços de papéis grossos e peça-as para que as coloquem nos buraquinhos (de diferentes formas) das caixas.
Rolos de papel higiênico
Dê a elas alguns rolos de papel higiênico vazios ou rolos de papel de cozinha e elas poderão brincar com eles, fazendo-os rolar, apertando-os, o mais forte consegue até rasgá-os, podem também pisar em cima !
Se as crianças forem um pouco maiorzinhas já podem pintar os rolos com tinta de dedo ou ainda colar papéizinhos coloridos que podem ser rasgados em cima
Saquinhos recheados
Uma coisa que pode ser feita rapidamente é fazer saquinhos de pano recheados ou mesmo luvas laváveis recheadas.
Encha-as com algodão, arroz, ervilha seca, castanhas, ponha sininhos em cada dedo da luva, etc. As crianças dessa idade gostam de sentir o tato e escutar o som que os objetos produzem.

Painéis de texturaNuma cartolina cole uma lixa de papel, folha de alumínio, tecido, algodão, botões, cortiça, formando dois painís. Deixem as crianças sentir as diferentes texturas.
Você pode escondê-las sobre um pano e as crianças maiorezinhas poderão pelo tato adivinhar de qual painél se trata.
Cobra de panoCosture uma cobra comprida, feita de retalhos de tecido e encha-as com algodão. As crianças irão gostar muito de apalpá-la com a mão. Voce poderá utilizar outros materiais para enche-la.
Recipiente de filmeVocê poderá também encher um potinho de plastico desses de filme fotográfico com ervilhas secas, arroz, sininhos, pedrinhas. Depois, é só fechar bem e para segurança lacre-a com auxilio de fita isolante ou crepe.
PapelãoPode-se pintar um papelão com tintas de dedo.
Uma caixa de papelão pode virar uma casinha. É só cortar as portas e janelas. Claro que essa caixa deverá ser grande.
Com papelão a criança maiorzinha poderá ensaiar recortes (com tesoura sem ponta) e poderá fazer estrelas, ovos de páscoa ( para servirem de móbiles após serem pintados), etc.
Lembre-se que quando elas trabalharem com tinta de dedo, devem usar uma roupa velha ou um avental e o chão ou mesa devem estar protegidos com jornal.
Aprendendo a guardar os brinquedosDeixe as crianças guardar os brinquedos que utilizaram na aula. Elas podem pô-los em uma caixa de papelão vazia. Podem por: bolas de papel, algodão, bolinhas, etc. Quando tudo estiver dentro todo mundo canta uma musica e se houver tempo coloca-se tudo no chão novamente e de novo começam a guardar e depois a cantar.
Espelho de papel alumínioVocê pode colar uma folha de papel aluminio no chão para que as crianças ao engatinhar olhem para seu reflexo. Os pequeninos gostam de se mirar no espelho..
Travesseiros de balõesCom uma colcha de face dupla, dessas que se colocam um estofado dentro você pode fazer um grande travesseiro de balões. É só colacar nas colchas diversosbalões de ar (meio vazios para que não estourem) e então as crianças poderão engatinhar e rolar por cima.
Brincadeira na areiaQuando estiverem fora, dê à crianças forminhas, regadores, água e colheres e deixe-as brincar à vontade.
Rasgar e colar
Deixe as crianças rasgarem diferentes tipos de papéis: Jornais, papéis transparentes, coloridos, dourados e depois colarem sobre uma cartolina ou papél..
Tecido e lã
Colar restos de tecidos de diferentes formas e tamanhos. Para se colar lã é necessário uma destreza maior, pois a criança precisará firmá-la com a ajuda outros dedos para que se fixe no papel.
Caixas de ovos vazias
São também boas para que as crianças as rasgem ou para ser utilizada na confecção de papel maché – que serve-se como ótimo recurso para fazer brinquedos diversos: galinhas, frutas, máscaras, etc.
As crianças também poderão brincar de colocar materiais dentro da caixinha de ovos: papéis amassados, cortiças, etc. Tome porém, cuidado para que não levem objetos pequenos na boca.
Rasgar e cortar
Catálogos velhos ou jornais podem ser um ótimo material para que as crianças brinquem de rasgar . Quando são maiores podem exercitar-se em cortar as figuras. (lembre-se com tesoura sem ponta)
Areia e colaA areia pode ser muuito bem misturada com a cola, com isso aplicar essa mistura em latinhas e em cima enfeitar com conchinhas do mar, etc.
Navio de puxar
Com uma caixa de ovos podemos contruir um navio de puxar. Com isso as crianças podem pintá-lo com tinta de dedo . Ponha um barbante em uma extremidade e o barquinho está pronto.
Colar de macarrão
Com um cordão e vários macarrõezinhos é possivel fazer um colarzinho! As maiorezinhas treinarão sua coordenação motora e adorarão o resultado final.



SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O MATERNAL I

• Manusear livros de histórias ( pano ou de plástico).
• Manusear revista e revistas infantis
• Histórias à vista das gravuras do livro ( histórias pequenas).
• Histórias contadas pelo educador com o apoio de fantoches.
• Fazer o reconto das histórias lidas ( professor)
• Apresentar papéis de diferentes texturas para a criança amassar, rasgar, embolar.
• Colocar nome no escaninho pessoal, o nome do aluno e mostrar-lhe
• Oferecer canetas, lápis colorido, giz de cera e deixa-la rabiscar livremente.
• Cantar ou recitar parlendas, poesias, músicas ou quadras, dando estímulos para que a criança antecipe ações. EX.: parabéns pra você. Espera-se que a criança bata palmas logo que comece a canção.
• Solicitar à criança que antecipe gestos e ações as atividades de rotina do dia. EX.: Apanhar a lancheira na hora da merenda.
• Ajudar o aluno a identificar objetos e figuras de pessoas conhecidas.
• Trabalhar diariamente os combinados com o apoio dos fantoches.
• Registrar a rotina no quadro.
• Oferecer encartes ou cartão com rótulos de produtos diversos para que a criança identifique.
• Brincar de empilhar caixas vazias de embalagens diversas.
• Recitar parlendas, quadras ou poemas nos deslocamentos feitos na escola.
• Imitar sons e gestos sugeridos por um modelo.
• Soltar objetos dentro de uma caixa.
• Soltar e pegar no ar sem deixar cair pena, algodão, papel picado.
• Empurrar caixas de vários tamanhos com os pés.
• Enfileirar blocos, embalagens, caixas, etc.
• Saltar pequenos obstáculos.
• Bater bola no chão e agarrar em seguida.
• Encaixar blocos
• Encaixar blocos em orifícios diversos.
• Solicitar a criança em diferentes situações que atenda a ordens simples como pegar um brinquedo, ninar a boneca, pega o lápis, etc.
• Contar e ler histórias diariamente (pode repetir a história).
• Estimular à criança a lembrar atividades não rotineiras. EX.: após um passeio ou um filme assistido que nomeie as coisas que viu.
• Rasgar folhas de revistas e tentar unir os pedaços reconstruindo as figuras.
• Brincar de esconder objetos à vista da criança, solicitando em seguida que ela encontre.
• Brincar de dar passos grandes e pequenos, para que ela adquira as noções de dimensão espacial em relação ao próprio corpo.
• Oferecer cubos diversos para fazer “torres e fileiras”.
• Colocar as crianças em frente ao espelho, pedindo que mostre algumas partes de seu corpo.
• Fazê-la sentir necessidade de pedir o que deseja, dizendo o nome não apenas apontando.
• Pedir que diga seu próprio nome ou apelido.
• Oferecer jogos de encaixe diversos e deixá-la brincar livremente.
• Brincar com a criança de jogos de encaixar, montar, desmontar, derrubar, etc.
• Fornecer a variedade de materiais que estimulem os diferentes sentidos (visão audição, tato, etc.) permitindo intensa manipulação.
• Oferecer lápis de diferentes tipos de papel para que rabisque, não levando em conta seu tipo de expressão.
• Valorizá-las nas suas recém adquiridas habilidades.
• Assistir programas ou desenhos infantis selecionados na televisão.
• Incentivar o aluno a desenvolver hábitos de higiene. EX.: lavar e secas as mãos antes de se alimentar, escovar dentes, etc.
• Brincar de entrar dentro de caixas de papelão.
• Apresentar a ficha ou crachá com nome próprio e nomeá-lo para a criança
• Levar a criança a imitar a voz dos personagens das histórias trabalhadas.
• Levar a criança a identificar figuras e objetos familiares e pessoas, inclusive a si mesma.
• Incentivar a criança a destampar caixas diversas, para procurar o que tem dentro.

MATERIAIS QUE PODEM SER USADOS
• Jogos de borracha ou plástico desmontáveis.
• Brinquedos representativos de sua realidade (carrinhos, panelinhas, bonecas, bichinhos, etc.).
• Blocos diversos para montar.
• Cubos de diversos tamanhos.
• Lápis de cera, giz, pincéis, tintas, lápis de cor, etc.
• Espelho grande na parede.
• Brinquedos sonoros.
• Caixas com orifícios.
• Embalagens diversas, vazias.
• Fantoches.
• Bolas, bonecas, brinquedos para brincar de casinha.
• Caixas de papelão de vários tamanhos.
• Regador, brinquedos de puxar.
• Copos de plástico e potes de iogurte.
• Fichas com o nome dos alunos.
• Argolas coloridas.
• Potes, garrafas, latas fechadas, contendo dentro materiais diversos (areia, arroz, feijão, milho, etc.)
• Brinquedos coloridos e sonoros.
• Instrumentos musicais.
• Painéis com vários estímulos para exploração.
• Papeis coloridos de texturas variadas.
• Revistas e revistas infantis.
• Massa plástica, lixas, etc.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O MATERNAL II

TODAS AS ATIVIDADES DO MATERNAL I E AINDA:

• Oferecer revistas com figuras diversas, tanto conhecidas como novas ampliando seu conhecimento.
• Identificar objetos e animais incompletos, solicitando que identifique a figura como um todo.
• Rasgar folhas de revista e tentar juntar reconstruindo a figura.
• Fazer a chamada utilizando a ficha com o nome próprio permitindo que a criança reconheça o seu nome no conjunto dos demais.
• Oferecer livros ilustrados com pequenas histórias para as crianças manusearem.
• Brincar com a criança associando o som ao conceito do objeto. EX.: Miau para o gato, piu piu para o pintinho, e au au para o cachorro, etc.
• Oferecer objetos concretos, estimulando-os a discriminá-los.
• Oferecer embalagens vazias para que a criança possa empilhar, enfileirar ou brincar livremente.
• Mostrar o livro de história após Ter lido, solicitando que aponte personagens.
• Proporcionar oportunidades de ouvir músicas clássicas e populares.
• Memorizar pequenos trechos de poemas, parlendas ou canções.
• Oferecer caixas de diversos tamanhos e formas, para a criança enfileirar para a menor ou encaixar uma dentro da outra.
• Oferecer lápis de cor, canetas, giz de cera, giz colorido e papéis diversos para a criança rabiscar livremente, sem levar em conta a grafia do trabalho.
• Oferecer giz colorido para rabiscar no chão, no pátio e no quadro.
• Estabelecer e ler os combinados com a turma.
• Permitir que ela faça o reconto de pequenos trechos das histórias contadas pelo educador.
• Interagir com as crianças na hora da alimentação, dizendo o nome dos alimentos que lhes são oferecidos.
• Manusear revistas infantis e identificar alguns personagens.
• Rasgar, amassar, jornais e folhas de revistas, em seguida amassá-los.
• Brincar com corda passando por cima e por baixo da mesma.
• Cantar acompanhando o ritmo com instrumentos ou objetos que produzem sons.
• Percorrer linhas diversas desenhadas no chão ( retas, curvas, sinuosas, etc.).
• Imitar sons, gestos sugeridos por um modelo.


MATERIAIS PARA O MATERNAL II

TODOS OS USADOS NO MATERNAL I E MAIS:

• Jogos diversos de montar e desmontar.
• Jogos de madeira e plásticos desmontáveis.
• Massa de modelar e argila.
• Tinta guache, aquarela, tinta de dedo, etc.
• Materiais representativos da realidade: bonecas, carrinhos, panelinhas, telefone, espelho, banquetas, bolsas, etc.
• Bolas de diversos tamanhos e cores.
• Casinha de boneca, corda.
• Jogos simples de completar figuras.
• Caixas de papelão de variados tamanhos.
• Quebra cabeça simples.



Uma idéia para crianças que engatinham
Se você sabe tricotar, faça uma luva, se não adquira uma e pregue nas extremidades de cada dedo um pequeno sininho! Você poderá também desenhar uma carinha nos dedos e se quiser mais costure lã que será o cabelinho das carinhas. Elas adorarão!
Aventuras para crianças pequeninas
Um túnel para as crianças engatinharem por dentro pode ser feito com papelões grandes, cartolinas, diferentes tipos de tapetes, diferentes tipos de travesseiros e bolas, bóias de soprar ou animaizinhos, balões, colchas e almofadados. Experimente você primeiro mostrar para elas como devem agir para brincarem e elas aprenderão rápido. Engatinhar embaixo do túnel, brincar com balões, construir torres com travesseiros, etc.
Para o início a utilização de materiais em abundâncias talvez seja exagerada. Comece talvez com alguns papelões e depois ofereça-lhes apenas balões, etc. Uma brincadeira de cada vez.
Crianças exercitando-se na sala
Preste atenção com as brincadeiras das crianças é sempre bom ter um colchão de ginástica ou uma colcha almofadada para que as crianças possam brincar e exercitarem-se ali.
Bacia ou piscina de plástico
Para cada grupo de crianças duas piscininhas de plástico seria o ideal. Você poderá enchê-la com balões de soprar (meio murchos para não estourarem), jornais (as crianças adoram rasgá-los), algodão (de boa qualidade- para sentarem-se em cima e sentirem a textura macia). Papéis manteiga fazem um barulho agradável de se ouvir, quando se é amassado. Observando-as sempre para que não engulam objetos indesejáveis.
No outono é possível encontrar materiais como: castanhas, folhas, que também podem estar nessa pequena piscina, para que as crianças entrem dentro e desenvolvam seus sentidos.
Quando o tempo estiver quente, pode-se colocar essa piscina fora e enchê-la de água. Ponha dentro potinhos vazios de iogurte, colheres de plátstico, baldinhos e deixe-as brincar ali. Observando-as sempre.
Música com materiais de casa
Caixa de ovos, latas de bebida, colheres, pauzinhos ou hastes de madeira, etc. podem transformar-se em instrumentos musicais. Use a criatividade!
Enchendo objetos
Dê para as crianças diferentes latinhas, copos de iogurte vazios, papelões, garrafas de plástico, etc. Elas poderão encher esses objetos com areia, e no verão brincar fora ou também utilizando água. Comece você mesmo demonstrando como se pode construir uma torre, uma montanha, etc com areia, logo elas estarão fazendo o mesmo.
Conhecendo as formas
Recorte nas caixas de papelão (de produtos caseiros) ou caixas de sapato diferentes formas: círculo, triangulo, retangulo, etc.
Dê para as crianças cortiça, bloquinhos de madeira para montar, pedaços de papéis grossos e peça-as para que as coloquem nos buraquinhos (de diferentes formas) das caixas.
Rolos de papel higiênico
Dê a elas alguns rolos de papel higiênico vazios ou rolos de papel de cozinha e elas poderão brincar com eles, fazendo-os rolar, apertando-os, o mais forte consegue até rasgá-os, podem também pisar em cima!
Se as crianças forem um pouco maiorzinhas já podem pintar os rolos com tinta de dedo ou ainda colar papéizinhos coloridos que podem ser rasgados em cima
Saquinhos recheados
Uma coisa que pode ser feita rapidamente é fazer saquinhos de pano recheados ou mesmo luvas laváveis recheadas.
Encha-as com algodão, arroz, ervilha seca, castanhas, ponha sininhos em cada dedo da luva, etc. As crianças dessa idade gostam de sentir o tato e escutar o som que os objetos produzem.
Painéis de textura
Numa cartolina cole uma lixa de papel, folha de alumínio, tecido, algodão, botões, cortiça, formando dois painís. Deixem as crianças sentir as diferentes texturas.
Você pode escondê-las sobre um pano e as crianças maiorezinhas poderão pelo tato adivinhar de qual painél se trata.
Cobra de pano
Costure uma cobra comprida, feita de retalhos de tecido e encha-as com algodão. As crianças irão gostar muito de apalpá-la com a mão. Voce poderá utilizar outros materiais para enchê-la.
Recipiente de filme
Você poderá também encher um potinho de plastico desses de filme fotográfico com ervilhas secas, arroz, sininhos, pedrinhas. Depois, é só fechar bem e para segurança lacre-a com auxilio de fita isolante ou crepe.
Papelão
Pode-se pintar um papelão com tintas de dedo.
Uma caixa de papelão pode virar uma casinha. É só cortar as portas e janelas. Claro que essa caixa deverá ser grande.
Com papelão a criança maiorzinha poderá ensaiar recortes (com tesoura sem ponta) e poderá fazer estrelas, ovos de páscoa ( para servirem de móbiles após serem pintados), etc.
Lembre-se que quando elas trabalharem com tinta de dedo, devem usar uma roupa velha ou um avental e o chão ou mesa devem estar protegidos com jornal.
Aprendendo a guardar os brinquedos
Deixe as crianças guardar os brinquedos que utilizaram na aula. Elas podem pô-los em uma caixa de papelão vazia. Podem por:bolas de papel, algodão, bolinhas, etc. Quando tudo estiver dentro todo mundo canta uma musica e se houver tempo coloca-se tudo no chão novamente e de novo começam a guardar e depois a cantar.
Espelho de papel alumínio
Você pode colar uma folha de papel aluminio no chão para que as crianças ao engatinhar olhem para seu reflexo. Os pequeninos gostam de se mirar no espelho.
Travesseiros de balões
Com uma colcha de face dupla, dessas que se colocam um estofado dentro você pode fazer um grande travesseiro de balões. É só colacar nas colchas diversosbalões de ar (meio vazios para que não estourem) e então as crianças poderão engatinhar e rolar por cima.
Brincadeira na areia
Quando estiverem fora, dê à crianças forminhas, regadores, água e colheres e deixe-as brincar à vontade.
Rasgar e colar
Deixe as crianças rasgarem diferentes tipos de papéis: Jornais, papéis transparentes, coloridos, dourados e depois colarem sobre uma cartolina ou papél.
Tecido e lã
Colar restos de tecidos de diferentes formas e tamanhos. Para se colar lã é necessário uma destreza maior, pois a criança precisará firmá-la com a ajuda outros dedos para que se fixe no papel.
Caixas de ovos vazias
São também boas para que as crianças as rasgem ou para ser utilizada na confecção de papel maché – que serve-se como ótimo recurso para fazer brinquedos diversos: galinhas, frutas, máscaras, etc.
As crianças também poderão brincar de colocar materiais dentro da caixinha de ovos: papéis amassados, cortiças, etc. Tome porém, cuidado para que não levem objetos pequenos na boca.
Rasgar e cortar
Catálogos velhos ou jornais podem ser um ótimo material para que as crianças brinquem de rasgar. Quando são maiores podem exercitar-se em cortar as figuras. (lembre-se com tesoura sem ponta)
Areia e cola
A areia pode ser muuito bem misturada com a cola, com isso aplicar essa mistura em latinhas e em cima enfeitar com conchinhas do mar, etc.
Navio de puxar
Com uma caixa de ovos podemos contruir um navio de puxar. Com isso as crianças podem pintá-lo com tinta de dedo . Ponha um barbante em uma extremidade e o barquinho está pronto.
Colar de macarrão
Com um cordão e vários macarrõezinhos é possivel fazer um colarzinho! As maiorezinhas treinarão sua coordenação motora e adorarão o resultado final.

(Q DIVERTIDO.COM.BR)


> Caixa pedagógica

> Materiais:

* uma caixa grande de papelão;
* EVA de várias cores;
* caixinhas de vários tamanhos forradas;
* potinhos decorados com fita adesiva colorida (iogurte e outros);
* tudos de cartão.
Procedimento: Fazer cortes em duas laterais da caixa de maneira que as crianças possam entrar e sair, cubra a caixa com EVA, fazendo cortes de diferentes formas para que as crianças introduzam os elementos: cubos, bolas, potinhos, caixas. Com esse brinquedo as crianças podem explorar a caixa, introduzir objetos de acordo com o formato, esconder-se, buscar elementos e outras propostas outras propostas que surgirão deles mesmos.
fizemos barquinhos de papel para viajarmos mundo a fora.

Depois dos barquinhos feitos e coloridos, fizemos uma rodinha onde cada criança foi dizendo o que levaria no seu barquinho. Expliquei que deveria ser uma coisa boa, um sentimento, algo que as pessoas estivessem precisando muito.
Então fui escrevendo o que cada criança ia dizendo, em seu barquinho, e elas iam pregando-os num mural.
Conversamos bastante sobre os sentimentos que iam falando e sobre o oposto de cada um deles.
Um terrário é uma miniatura do mundo. Ele imita o Meio Ambiente das plantas e realiza, na sua pequena área, o ciclo da água completo. Com o aumento da temperatura, a água usada para regar o solo evapora e se junta à água proveniente da transpiração das plantinhas, formando uma concentração de vapor de água. No ambiente fechado, este vapor condensa-se e, em pequenas gotas, retorna para irrigar novamente o solo. E, tudo começa novamente.

As crianças vão gostar de observar as gotinhas se formando, e isso será uma prova visível (e constatativa) do ciclo das águas.

Será útil mostrar às crianças uma ilustração de como o ciclo das águas se processa na natureza para que elas façam comparações.

Duas garrafas de coca-cola de 2 litros, uma xícara (aproximadamente) de pedregulho, do tipo para aquário, uma xícara de carvão vegetal, três a quatro xícaras de terra (preferivelmente a adubada organicamente), duas a quatro mudinhas de plantas diferentes (para serem usadas de acordo com o tamanho do vidro), uma xícara de água filtrada.

Recorta-se uma das garrafas de plástico em cerca de ¾ de seu corpo, e outra, pelo lado contrário, cortada a ¼ do corpo. Após a montagem, a parte menor funcionará como tampa e deverá ser fixada à outra com fita crepe.
Colocar a pedrinha no fundo, seguida do carvão vegetal e da terra. Fazer um buraco na terra, reservando a terra retirada, colocar a plantinha e repor a terra retirada ao seu redor.
Regar o terrário cuidadosamente e tampá-lo. Colocar o terrário em lugar com claridade média, mas não diretamente à luz do sol.
O terrário não exigirá cuidados especiais, manter-se-á sozinho. A cada semana ou duas, remover a cobertura para que as plantinhas recebam uma brisa fresquinha por uns 15 minutos. As plantinhas poderão ser aparadas, se for o caso.
O terrário também pode ser feito com um vidro de “boca larga” (tipo de geléia) ou com um aquário pequeno.
"UM DIA DE INDIO"

No dia 19 de abril comemoramos o Dia do Índio. Hoje nós vamos ter também "um dia de índio":A turma é colocada em círculo. Cada um retira de uma sacola um símbolo de papel colorido. Este símbolo pode ser uma folha, um pote, ou outra coisa que lembre um objeto indígena. Os símbolos deverão ser na mesma quantidade dos participantes, e deverão ser de 4 cores diferentes pois ao sortear, os alunos irão se agrupar conforme a cor do seu símbolo. Todos que pegarem a folha preta formarão a equipe preta, os que pegarem a folha amarela, formarão a equipe amarela, os que pegarem a folha vermelha formarão a equipe vermelha, e os que pegarem a folha branca, formarão a equipe branca. Divididos em equipe deverão inventar um grito de guerra para esse dia de índio, após o que as atividades terão início.
"A conquista do colar"
A turma dividida em 4 equipes deverá responder questões, mediante sorteio, sobre assunto já ensinado em classe. A cada resposta certa, a equipe receberá material para confeccionar o colar (pedaços de barbante ou fio de nylon e contas variadas, que deverão ser da cor de cada equipe - até 8 contas por aluno).
Quem era os habitantes do Brasil antes da chegada dos brancos?
Os índios.

Como era a organização social desses povos?
Viviam em tribos.

Onde viviam?
Viviam na taba, aldeias indígenas.

Como era a casa do índio?
Era a oca ou palhoça.

Quem os governava?
O chefe da tribo era o cacique e o chefe religioso era o pagé.

Como sobreviviam?
Da caça, da pesca e da coleta nas matas.

Que animais caçavam?
Antas, macacos, veados, porcos do mato.

O que plantavam?
Mandioca, milho e feijão.

Que língua falavam?
O tupi-guarani.

Quais eram suas principais armas?
O arco, a flecha, o tacape.

Como era a religião deles?
Adoravam vários deuses. O principal era Tupã (sol) e Jaci (lua).

Tinham medo de alguma coisa?
Dos trovões. Acreditavam que Tupã estava bravo.
"CAÇADA ESQUISITA"
Cada equipe, usando seus colares, recebem uma lista constando de vários objetos, que deverão procurar na própria sala, no pátio e onde mais for possível esconder, o que foi feito com antecedência pelo professor. Esses objetos serão, sempre que possível, nas cores de cada equipe, para evitar que uma não pegue os objetos de outra. Todos os objetos da lista serão em quantidades iguais a todas as equipes exceto o amuleto que terá apenas um.

Procurar os objetos listados abaixo. Procure sempre pela cor de sua equipe.
10 penas de ave, 5 folhas secas, 1 flor, 3 espigas de milho, 2 pedras redondas, 1 amuleto de biscuit (bichinho de massinha), 1 graveto em forma de y, 3 sementes.

Vence a equipe que conseguir reunir todos os objetos pedidos, portanto, a que conseguir encontrar todos os objetos pedidos incluindo o amuleto, que terá só um escondido.

A equipe vencedora receberá um amuleto para cada participante.

Clique aqui e imprima o amuleto

"O COCAR DO CACIQUE"
As quatro equipes estarão sentadas no chão em fila indiana, uma ao lado da outra. Mais ou menos 5 metros à frente de cada equipe, haverá uma mesa com várias tiras de tecidos e penas tingidas nas cores das equipes, nas quantidades equivalentes ao número de participantes. As tiras de tecidos e as penas tingidas estão todas misturadas.

Dado um sinal, o último de cada fila corre até o local onde estão as tiras de tecidos e as penas e separa 5 penas da sua cor e cola numa tira de tecido, imitando um cocar. Depois de pronto deve colocar o cocar na cabeça e voltar à sua fila, mas no primeiro lugar.
Imediatamente, o último deverá sair e fazer a mesma coisa. A equipe que terminar primeiro e todos os componentes estiverem com o cocar, será a vencedora.

A equipe vencedora receberá uma pena especial para os devidos cocares.

"COMIDA DE CURUMIM"
As crianças nas aldeias indígenas eram chamadas de curumim. Os alimentos melhores eram para elas. Os adultos tentavam agradá-las com as melhores frutas.
Todos participantes, por equipe recebem uma banana, canela em pó, um prato refratário ou assadeira.
O professor ensinará como preparar as bananas: cortar as pontas, fazer um corte na casca para abri-la sem tirar totalmente, polvilhar um pouco de canela em pó e fechar a casca.

Toda a equipe prepara a sua banana, colocam sobre o prato refratário, que é levado por alguns minutos ao forno micro-ondas ou forno comum. Dependendo do local, pode ser feito sobre brasas, numa fogueira, mas as bananas deverão ser embrulhadas em papel alumínio.

Enquanto as bananas assam, as equipes participarão de um trabalho manual.

"O POTE SAGRADO"
Algumas tribos de índios no Brasil faziam cerâmica. A cerâmica era importante para guardar sementes, cozinhar e também para enterrar seus mortos. A cerâmica era considerada sagrada pois guardada a vida, as sementes que produziriam alimentos; e os corpos dos entes queridos, que riam para outros campos de caça e viveriam para sempre felizes.

Todos os participantes, em equipe, recebem um pequeno pote de cerâmica. Cada equipe receberá tintas, pincéis, barbantes e colas, com os quais decorarão seus potes. Nos potes de cada equipe deverá ter a cor da equipe como predominante. Os desenho e enfeites ficarão por conta da vontade e inspiração de cada um.
"A CORRIDA DAS TORAS"
Algumas tribos indígenas fazem uma corrida carregando toras (pedaços do tronco de árvores) para avaliar que povo tem os guerreiros mais fortes.

As equipes também farão essa corrida, mas aos pares. Cada dois participantes terão uma perna amarrada à do outro de modo que fiquem com três pernas apenas.
Os pares com as pernas amarradas deverão correr uma distância pré-determinada, mas soprando ma pena de galinha ou pato. Se a pena cair, começam novamente. Ao chegar ao ponto final, nova dupla começa o percurso, soprando outra pena. A pena deverá estar sempre no ar. Todos da equipe devem participar, sempre aos pares e com as pernas amarradas.

Vence a equipe que cumprir a tarefa em primeiro lugar. A equipe vencedora ganhará colares extras.

Após o jogo todas as equipes deverão se arrumar para participar da festa, para isso receberão maquiagem para decorar o rosto como se fossem índios também.

"A FESTA DE JACI"
Jaci é uma deusa indígena, representada pela lua. Os índios fazem festas, dançam e cantam para ela.

As equipes maquiadas, com colares e cocares feitos por elas, participarão da festa. Aprenderão a música: "Vida de índio" (letra abaixo),coma melodia da música infantil "Marcha soldado".
A mesa estará arrumada,com: flores, as bananas assadas, pedaços de milho cozido, mandioca cozida, mel, algumas frutas, sucos de frutas, copos, talheres e pratos descartáveis, que podem ser substituídos por espetinhos d emadeira e folhas de bananeira.

Os alunos se confraternizam, comendo, cantando a música ensinada e dançando. Cada equipe apresentará uma dança ou alguns passos coreografados, criados para esse momento.

"VIDA DE INDIO"

Na tribo ele vivia
Comendo raiz,
Caçando e pescando
Coletando feliz.

A oca é morada,
Cacique é o guerreiro,
Na taba onde ele mora
Pagé é o feiticeiro.

Suas armas são arco e flecha
O tacape também é usado
Mas o índio é pacífico,
Só revida quando é atacado.

O deus é Tupã,
A lua é Jaci,
A língua que ele fala
É o Tupi-guarani.

PROJETO: BRINCANDO COM AS CORES


Objetivos Gerais:
*Ampliar o conhecimento de mundo;
*Explorar os diferentes objetos e materiais gráficos, plásticos, etc, descobrindo novas formas de manuseio, percebendo características, efeitos e propriedades diversas.
*Interessar-se pelas próprias produções, pelas de outras crianças e pelas diversas obras artísticas (regionais, nacionais ou internacionais, com as quais entrem em contato).
*Contato e Produção de trabalhos de arte que privilegiam diferentes linguagens expressivas como as do desenho, na modelagem, da pintura e da construção.
*Desenvolver o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de reprodução e criação.

Objetivo especifico;

Propiciar a criança à visualização, exploração, contato e manuseio de diversos objetos que compõem o universo e às cores, possibilitando a criança identificá-las.

Conteúdos:
-Exploração da expressão e da comunicação por meio de práticas artísticas, propiciando o desenvolvimento e a criação pessoal;
-Percepções visuais dos objetos, cor, forma, material, visando desenvolver a capacidade interpretação desse objeto (obra de arte) e identificação, de seus produtores através, de características comuns;

Procedimentos:

1ª Parte:

- Observar em todo o C.E.I, interno e externo, a diversidade de cores e qual a que se destaca mais, e as crianças mais gostam; (as roupas das cças, etc.);
-Ouvir a música Arco íris (Xuxa), acompanhando o ritmo com o material da bandinha;
-Registrar por meio de desenho, o que mais chamou a atenção da criança na música;
-Folhar revistas e observar o que mais lhes chama a atenção;
-Confeccionar mural com figuras escolhidas pelas crianças;
-Pedir aos pais que mandem uma fruta de casa, para fazer uma salada de frutas.(explicar aos pais o objetivo da solicitação);
-Fazer uma salada de frutas junto com as crianças e usar as cores trabalhadas;
-Levar, as crianças a observar as cores de tinta que temos e perguntar como fazer para ter mais cores, usando apenas as que temos;
-Deixar a criança misturar as cores de tinta a seu critério e observar as cores novas que descobriu;
-Falar as crianças, sobre o arco-íres se sabem o que é, quem já viu;
-Fazer massa de modelar nas cores do arco-íres;
-Confeccionar um arco-íres com as crianças e pedir ou convidar os pais para ajudar.

2ª Parte:
-Conversar com as crianças sobre as cores da natureza e seres vivos (peixes, mar e conchinhas).
-Organizar um aquário na sala com um peixinho;
-Escolher um nome para o peixinho;
-Explicar as crianças quais os cuidados que devemos ter com peixinho e como proceder;
-Dividir a tarefa de cuidar do peixinho com as crianças;
-Criar dia da visita do peixinho;
-Explicar aos pais, o objetivo da atividade e solicitar autorização para que a criança leve o peixinho para passar uma noite em sua casa ou um fim de semana;
-Realizar um sorteio em sala e colocar em um cartaz, o roteiro do peixinho, para que as crianças possam saber quando será sua vez de levá-lo para casa.

3ª Parte:
-Ouvir a música "Aquarela",
-Reproduzi-la, e organizar painel em seqüência.
-Organizar turmas para:
-Uma para dramatizar á música.
-Outra para confecção do material a ser utilizado;
-Outra para acompanhar a dramatização com a bandinha.

4ª Parte:

-Escolher com as crianças uma obra de um pintor famoso e observá-la;
-Criar com a ajuda dos pais um ambiente apropriado para pintura com cavaletes e avental, tintas, pinceis, etc.
-Incentivar a criança a reproduzir parcial ou total a obra;
-Realizar exposição das obras produzidas.

Avaliação:Observar a participação e interesse da criança nas atividades propostas, bem como sua iniciativa e criatividade.


Esconde-esconde na Banheira
Como vamos precisar de um personagem fictício para descrever nossa atividade, Este será uma menina que vai se chamar Vitória.

Vitória está em sua banheira batendo na água com as duas mãos. Sua Mãe ou Pai, está sentado ao lado da banheira, cuidando de sua segurança.

"Vitória, Vitória," se diz enquanto se pega uma toalha de banho.
"Você está pronta para nossa brincadeira especial?"

Vitória olha para cima e vê o sorriso estampado no rosto do adulto ali presente. Ela sorri para ele e dá uma gargalhada.

Ele diz: "Vamos brincar de Cadê-você," e coloca a toalha na frente do seu rosto, de modo a escondê-lo dela.

Vitória estende a mão e toca no alto da cabeça dele.
O adulto diz, "Cadê-você, Vitória, não consigo ver você."

Ele baixa um pouco a toalha de modo que seus olhos fiquem à vista. Vitória dá um grito de alegria.

Ele cobre seus olhos outra vez e diz, "Cadê-você, Vitória... ainda não consigo ver você."
O Adulto pega a toalha e leva na direção dela dizendo, "Agora é sua vez Vitória."

Ela pega a toalha e coloca-a na frente do seu próprio rosto, imitando-o.
O adulto então dirá: "Onde está Vitória?"

Vitória derruba a toalha na banheira deixando-se ver, e bate com as mãos agitando a água. Ela balbucia para o adulto: "Dadadada. Dabababa."

Ele diz, "Acho que você está dizendo que está cansada de brincar de Esconde-esconde. Vamos brincar com seu Patinho e sua esponja?"


Como muitos bebês, Vitória está aprendendo sobre linguagem, da seguinte forma:
• Ela sabe que é divertido brincar com outra pessoa.
• Ela levanta os olhos quando o adulto diz o seu nome.
• Ela sorri quando o adulto sorri para ela.
Eis como o responsável pela criança, ajuda no desenvolvimento de sua linguagem:
• Falando com ela durante uma atividade diária - Que pode ser A hora do banho;
• Dizendo seu nome várias vezes, de modo que ela se familiarize com o mesmo e aprenda a reconhecê-lo quando alguém o pronunciar;
• Repetindo várias vezes a brincadeira, e então encorajando ela quando diz, "agora é a sua vez de jogar!"
• Respondendo aos seus balbucios como se soubesse o que ela está dizendo.
Amigo Fantoche *

Conforme a visão do bebê melhora, ele passa a ver claramente objetos a distâncias maiores. Para trabalhar sua capacidade de focalizar e de rastrear, tenha um fantoche à mão na hora da comida, da troca da fralda ou da brincadeira.

Materiais:
• Meia branca limpa
• Canetas hidrocor
• Desenvolvimento da linguagem
• Interação social
• Acuidade visual
Modo de fazer:
1. Compre um par de meias brancas, grandes o suficiente para caber em suas mãos.
2. Use as canetas hidrocor para desenhar olhos, sobrancelhas, nariz e ouvidos nos “dedões” das meias. Use a parte dos calcanhares para desenhar a boca e a língua vermelha.
3. Coloque o bebê no colo, na mesa de trocar ou na cadeirinha.
4. Coloque um dos fantoches feitos de meia na sua mão e comece a cantar, recitar versinhos ou apenas conversar. Coloque o segundo fantoche na outra mão para uma diversão dobrada.
Segurança: Não deixe o bebê chupar a meia, pois a tinta pode sair.

Rolando *
Um bebê precisa de meses para obter controle absoluto sobre os seus movimentos, mas você poderá ajudá-lo nessas primeiras semanas brincando de Rolando. Por volta dos 4 ou 6 meses, os bebês já conseguem girar sobre seus corpos.

Materiais:
• Cobertor ou toalha macia
• Superfície macia no chão
• Direção
• Locomoção
• Controle motor

Modo de fazer:
1. Coloque um cobertor ou uma toalha macia sobre uma superfície também macia.
2. Deite o bebê com a barriguinha para baixo sobre o cobertor.
3. Pegue um dos lados do cobertor e levante-o devagar, fazendo com que o bebê se incline para um dos lados.
4. Continue rolando suavemente o bebê e conversando com ele no processo. Use as suas mãos para apoiá-lo conforme ele se vira.
5. Quando o bebê tiver rolado completamente, mostre-lhe a sua alegria.
6. Repita até que o bebê se canse da brincadeira.
Segurança: Certifique-se de fazer movimentos lentos e de manter as mãos no bebê para que ele não role rápido demais e se machuque.

Chapéu Divertido *
Quando você introduzir o jogo Chapéu Divertido, seu bebê estará quase acostumado a reconhecer rostos. Você não conseguirá enganá-lo por muito mais tempo, mas ele se divertirá tirando e colocando o chapéu de volta.

Materiais:
• Variedade de chapéus
• Cadeirinha para crianças
• Sua cabeça e suas mãos
• Causa e efeito
• Lidando com a ansiedade causada pelo novo
• Constância do objeto (um objeto permanece o mesmo, ainda que alterado)
• Interação social

Modo de fazer:
1. Pegue os vários chapéus da casa ou compre alguns chapéus baratos em lojas baratas ou especializadas em festas. Procure incluir bonés, toucas de lã, chapéus de bombeiro, de palhaço, de cozinheiro, uma boina, chapéus que cubram as orelhas, ou um chapéu chique com penas de aves. (Não inclua máscaras no jogo, elas tendem a assustar bebês pequeninos.)
2. Coloque o bebê em sua cadeirinha e coloque a cadeirinha no chão. Sente-se em frente dele.
3. Coloque o primeiro chapéu em sua cabeça e faça uma cara engraçada, ao mesmo tempo em que diz alguma coisa interessante, tal como, “Olhe para mim!” ou “Veja, eu sou um bombeiro!”
4. Incline-se para o bebê para que ele consiga segurar e tirar o chapéu, ou tire você mesma.
5. Repita várias vezes com o mesmo chapéu antes de pegar outro.
Segurança: Algumas vezes, os bebês se assustam quando a aparência das pessoas muda. Se o bebê começar a ficar assustado, coloque e tire o chapéu rapidamente e mostre que você ainda é a Mamãe/Papai. Se ele continuar assustado, deixe para fazer o jogo mais tarde, em outra ocasião.


Abra e Feche *

Durante vários meses, após o nascimento do bebê, ele tem o reflexo de agarrar objetos com a palma da mão, mas apresenta dificuldade para soltá-los. Esse jogo ajudará os bebês a conseguirem total controle das mãos e do reflexo de agarrar.

Materiais:
• Brinquedos de tamanho médio, fáceis de serem agarrados pelo bebê, tais como chocalhos, bichinhos de pelúcia, mordedores, blocos, e assim por diante.
• Mesa ou cadeirão
• Agarrando e soltando
•Desenvolvimento motor fino
• Controle fino dos músculos

Modo de fazer:
1. Pegue vários brinquedos que possam ser agarrados e que caibam nas mãos do bebê.
2. Coloque o bebê no seu colo, perto da mesa ou do cadeirão.
3. Coloque um brinquedo perto do bebê, de modo que ele precise se esticar um pouquinho para alcançá-lo.
4. Estimule-o a pegar o brinquedo.
5. Depois de ele ter conseguido pegar o brinquedo e de ter se divertido um pouquinho, separe os dedinhos gentilmente e retire o brinquedo.
6. Coloque o brinquedo de volta na mesa.
7. Enquanto as mãos do bebê estão livres, cante a seguinte canção ao mesmo tempo em que abre, fecha e bate palmas com as mãozinhas.
Abra e Feche
Abra e feche, abra e feche,
Bata uma palminha!
Abra e feche, abra e feche
Coloque no colinho!

Segurança: Já que, com certeza, nessa fase os bebês levam à boca todos os brinquedos, certifique-se de que os brinquedos estejam limpos e não tenham nenhuma ponta afiada ou partes pequenas que possam se soltar e fazer com que ele engasgue.

Serra-Serrador *

Em breve, o bebê perderá dois dos reflexos que tinha à época do nascimento – o reflexo de agarrar e o “reflexo de boneca” (ou seja, abrir os olhos quando se senta) – e ganhará maior controle de seus movimentos. Enquanto ainda os tem, brinque com ele de Serra-Serrador para aproveitar esses reflexos!

Materiais:
• Superfície macia e não escorregadia
• Suas mãos
• Antecipação e surpresa
• Agarrar
• Controle da cabeça e do pescoço
• Interação social

Modo de fazer:
1. Deite o bebê em uma superfície macia e não escorregadia, um carpete, por exemplo.
2. Sente-se de frente para ele, perto dos seus pezinhos.
3. Coloque os polegares nas palmas das mãos do bebê e deixe que ele os agarre. Conforme ele segura os polegares, “enrole” seus dedos ao redor da parte de trás das mãos do bebê.
4. Bem devagarzinho, puxe o bebê até que ele esteja sentado e cante: “Serra-Serrador”.
5. Dê um tempinho para o bebê apreciar a sua expressão de felicidade e para aproveitar a brincadeira, depois, recomece.
Segurança: Certifique-se de segurar firmemente as mão do bebê para o caso de ele largá-las. Faça os movimentos vagarosamente para não machucar o pescocinho dele.